A política pernambucana está de luto.
Morreu neste sábado, no Recife, o deputado estadual Waldemar Borges (PSB), de 67 anos.
O parlamentar lutava há meses contra um câncer.
Em abril, quando já sofria os sintomas da doença, Waldemar Borges anunciou que não disputaria a reeleição.
Alguns meses depois tirou licença, da Assembleia Legislativa para se tratar.
Infelizmente não resistiu e hoje deixou os companheiros de partido e até adversários abalados com a sua morte.
A governadora Raquel Lyra, a quem o deputado fazia oposição, divulgou nota de pesar e decretou luto oficial no estado por três dias.
O deputado Cayo Albino, que assume a vaga do socialista na Alepe em definitivo, lamentou a perda do companheiro de legenda.
Na nota distribuída à imprensa, o representante de Garanhuns no Legislativo Estadual disse que aprendeu muito com Waldemar Borges e agradeceu os ensinamentos recebidos.
O pré-candidato ao governo, João Campos, assim como a ex-deputada Marília Arraes lamentaram a morte do representante do PSB.
Waldemar começou na vida pública ainda jovem, seguindo os passos do pai, que tinha o mesmo nome e também foi deputado estadual.
Ele trabalhou nos governos de Miguel Arraes e Eduardo Campos, mantendo a fidelidade ao Partido Socialista Brasileiro até o fim.
Desde o primeiro momento foi um defensor da candidatura de João Campos governo, por acreditar que o ele tem a mesma capacidade gerencial do pai.
Waldemar era casado com a ministra Luciana Santos, que foi prefeita de Olinda por dois mandatos. Além da esposa, o deputado deixa três filhos.
Todos que conheceram Waldemar Borges sempre admiraram sua capacidade de fazer articulações políticas, a coerência e um jeito todo seu de estar sempre de bem com a vida.
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