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terça-feira, 17 de abril de 2018

BOLSONARO ACHA QUE MARINA NÃO TEM VOTOS


Jair Bolsonaro (PSL), o candidato da extrema direita na eleição de 2018, ficou satisfeito com o percentual obtido na pesquisa do Datafolha, mas acredita que ainda vai crescer mais, quando começar a campanha.

O deputado ficou em segundo lugar na pesquisa, com 15 ou 17% das intenções de voto, dependendo do cenário apresentado.

Caso Lula possa participar da disputa, fica em primeiro lugar, somando de 31 a 37%, a depender dos adversários.

Marina Silva (Rede) ficou em terceiro lugar, empatada tecnicamente com Bolsonaro.

Mesmo tendo considerado seus números satisfatórios, o deputado do Rio de Janeiro desconfia do Datafolha.

Hoje, no Estado de São Paulo, ele questionou os percentuais de Lula e Marina. Bolsonaro acha que o petista no máximo tem 20% e quanto a representante da Rede de Sustentabilidade disse que ninguém fala na candidatura dela nas ruas.

Assim, Jair Bolsonaro está convencido de que Marina tem menos voto do que apresentou na pesquisa.

O deputado vê má vontade de alguns setores, inclusive da imprensa, contra a sua candidatura e disse que não foi à toa que ele e o filho, Eduardo Bolsonaro, foram denunciados no mesmo dia, um por racismo e o outro por agressão e ameaças a uma jornalista.

“Eu digo o que penso sobre as mulheres”, justificou o presidenciável ao Estadão, por conta da acusação de misógino  (ódio ou desprezo contra as mulheres).

Nesta terça-feira o jornalista paulista Josias de Souza, da Folha de São Paulo, registrou em sua coluna uma afirmação do deputado estadual Flávio Bolsonaro, também filho do presidenciável.

Revoltado com a procuradora geral da República, Raquel Dodge, que denunciou Jair Bolsonaro por crime de racismo, o parlamentar do Rio de Janeiro saiu-se com esta:

''Racista é o cu da sua mãe, militante esquerdista nojento. Jair Bolsonaro foi forjado no quartel, lugar de gente decente, humilde, trabalhadora e cheio de negão!”, se pronunciou Flávio, pelo Twitter.

Em São Paulo, também hoje, o ex-governador Geraldo Alckmin (se afastou do cargo para concorrer à presidência) como que considerou um perigo o voto no candidato do PSL. “Bolsonaro é o passaporte para a volta do PT”, afirmou, condenando os extremos da esquerda e da direita.

*Fotos: Correio da Bahia.

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