Faltando apenas 11 dias para terminar o governo, o presidente Jair Bolsonaro demitiu o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques.
Estranha decisão. Vasques é bolsonarista de carteirinha e colocou a instituição a serviço do candidato na campanha, principalmente no dia da votação do segundo turno.
No Nordeste, sob as ordens de Silvinei, integrantes da PRF atuaram impedindo que eleitores do Nordeste votassem.
Aqui mesmo em Garanhuns isso aconteceu, como em diversas outras cidades de Pernambuco, Bahia, Alagoas, Piauí...
Com a vitória de Lula, a Polícia Rodoviária mudou. Ágil para impedir os nordestinos de votar, fez vista grossa aos bloqueios das estradas por bolsonaristas que protestaram contra o resultado da eleição.
Por conta do uso político de uma instituição que sempre foi respeitada, Silvinei Vasques é investigado pelo Ministério Público.
Ele é réu por improbidade administrativa.
A demissão é para ajudá-lo ou deixá-lo em situação ainda mais difícil?

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