Bonner e Renata: “A
rachadinha virou chocolate”
O Jornal Nacional,
ontem à noite, na TV Globo, deve ter sido duro de assistir para Bolsonaro,
filhos e aliados.
Noticiário caprichou
na cobertura do caso Queiroz, que foi preso nesta quinta-feira, na casa de um
advogado da família do presidente.
Reportagens
mostraram detalhes da prisão, histórico dos personagens envolvidos e
destrincharam como funcionava o esquema de “rachadinha”, na Assembleia
Legislativa do Rio de Janeiro, beneficiando o então deputado estadual Flávio
Bolsonaro.
Os indícios é de
que o esquema serviu para desviar milhões de dinheiro público, utilizado para
viagens, compra de apartamentos, pagamentos de mensalidades escolares dos
filhos do hoje senador da República e até para abertura de uma loja de venda de
chocolates.
O advogado e Flávio
Bolsonaro entraram em contradições e o presidente da República teve a coragem
de criticar a prisão de Queiroz, classificando como uma ação espetaculosa. “Como se ele fosse o
maior bandido do país”, disse o Messias, em fala reproduzida no JN.
Informativo da TV
Globo ainda mostrou de modo negativo a passagem de Abraham Weintraub pelo
Ministério da Educação e exibiu uma reportagem sobre portaria assinada pelo
presidente privilegiando os grandes clubes esportivos do Brasil, em detrimento
dos demais.
Foi uma pedreira.
Em tom jornalístico e não como se fosse guia eleitoral.
Depois do que se
viu na TV, fica difícil defender o que aí está. Mas nos jornais e sites tem
muito mais.

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