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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

CELSO GALVÃO - EXEMPLO DE VIDA PÚBLICA



Por Givaldo Calado de Freitas*

“Celso Galvão, portanto, fora o Vigésimo Sétimo gestor da cidade, tendo realizado grandes obras, exemplos: Praça da Bandeira, Praça Dom Moura, Praça Dom Pedro II, Cristo Crucificado, Paço Municipal...”

A eleição de 1947, disputada por Francisco Simões dos Santos Figueira, tendo como vice Pedro de Oliveira Cavalcanti e Luiz da Silva Guerra, tendo como vice Abdias de Noronha Branco, para o mandato de 1948 a 1951, gerou, o Trigésimo Primeiro, Trigésimo Segundo e Trigésimo Terceiro prefeitos da cidade, uma vez que Figueira perdeu o mandato por decisão judicial, assumido Guerra em seu lugar, que, mais tarde, renuncia, empossando-se Branco como gestor da “Cidade de Simôa”.  

“Celso Galvão fora, como vimos, duas vezes prefeito da cidade, sendo que a primeira de 1937/ 1945, na Segunda República, e de 1952/1955 na Terceira”

Fosse vivo ainda, hoje, Celso Galvão teria completado 120 anos, já que nascido em 17 de abril de 1889.

Duas vezes prefeito de Garanhuns. A primeira de 1937 a 1945, na condição de Interventor, durante a Segunda República, que vem de 1930 a 1945, que trás em seu bojo o “Estado Novo”, de 1937 a 1945.

Celso Galvão, portanto, naquele período, fora o Vigésimo Sétimo gestor da cidade, tendo realizado grandes obras, exemplos: Praça da Bandeira, Praça Dom Moura, Praça Dom Pedro II, Cristo Crucificado, Paço Municipal... Oito anos passou Celso como Interventor de Garanhuns, nomeado que fora pelo Interventor do Estado, Agamenon Magalhães, que, por sua vez, fora nomeado por Getúlio Dornelas Vargas, ao tempo do “Estado Novo”.

Com a queda de Getúlio em 1945, e, portanto, com o estado democrático, tivemos como gestores de Garanhuns, por períodos curtos, José Henrique de Abreu Vanderlei, José Cesário da Silva Brasileiro Filho, Maurício Marques de Amorim, Francisco Simões dos Santos Figueira, Luís da Silva Guerra, e Adias de Noronha Branco, estes Vigésimo Oitavo, Vigésimo Nono, Trigésimo, Trigésimo Primeiro, Trigésimo Segundo e Trigésimo Terceiro, respectivamente.

Aqui, duas curiosidades:             

Primeira - A eleição de 1947, disputada por Francisco Simões dos Santos Figueira, tendo como vice Pedro de Oliveira Cavalcanti, e Luiz da Silva Guerra, tendo como vice Abdias de Noronha Branco, para o mandato de 1948 a 1951, gerou, o Trigésimo Primeiro, Trigésimo Segundo e Trigésimo Terceiro prefeitos da cidade, uma vez que Figueira perdeu o mandato por decisão judicial, assumido Guerra em seu lugar, que, mais tarde, renuncia, empossando-se Branco como gestor da “Cidade de Simôa”.

Segunda - Celso Galvão volta “nos braços do povo” pelo voto, como Getúlio, em 1950, sagrando-se o “Trigésimo Quarto” gestor da “Cidade das Flores” de 1952/1955, portanto, já na Terceira República, que vem de 1945 a 1964.

Aqui, mais duas curiosidades:

Primeira - Celso Galvão fora, como vimos, duas vezes prefeito de Garanhuns, sendo que a primeira de 1937/1945, durante a Segunda República, e de 1952/1955 durante a Terceira República.

Segunda - Mas Celso Galvão também fora prefeito de Caruaru, sendo que a primeira de 1922/1925 durante a Primeira República e de 1936/1937, já durante a Segunda República.

Ineditismo parece-me, na vida de nossos políticos - 06 anos prefeito de Caruaru e 13 anos prefeito de Garanhuns. Portanto, Celso Galvão fora prefeito durante 19 anos.

 Ainda hoje, Garanhuns se lembra de Celso como se fora prefeito da cidade, há pouco tempo. No entanto, faz 54 anos que deixou de comandar a cidade de Garanhuns, sua querida terra.

Falar de Celso Galvão, hoje, não é só lembrar um passado. É, sobretudo, reverenciar um exemplo de homem público descente e probo. E que muito realizou por nossa cidade.


*Acadêmico. Figura Pública.

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