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domingo, 23 de dezembro de 2018

CASO FABRÍCIO DEIXA MINISTÉRIO PÚBLICO NU


Por Ricardo Cappelli

O implacável Ministério Público do Rio, que convidou o menino bobalhão, "Phd em não sei o quê" do MBL para palestrar num de seus encontros, assiste agora calado as ausências seguidas de Queiroz aos depoimentos.

O motorista milionário não está condenado, tem direito a ampla defesa, afinal, "plantar laranjas" com dinheiro público não é um crime em si, cabe explicação, obviamente.

O problema é que por muito menos o MP do Rio pediu e o nobre juiz Marcelo Bretas prendeu, humilhou, invadiu casas, pintou e bordou. Tudo sem o trânsito em julgado.

Queiroz faltou duas vezes seguidas. Não caberia uma condução coercitiva? Alguns foram submetidos a este artifício sem nunca terem sido convocados. Quando será a busca e apreensão nos endereços da família Queiroz?

Um novo projeto de poder está em curso no país reunindo uma extrema direita raivosa e ressentida, o capital financeiro abutre e uma parcela da burocracia estatal antinacional e antipovo.

Perseguirão implacavelmente todos que se colocarem no caminho do sequestro do orçamento público pelas corporações e da venda dos interesses estratégicos da nação. Aí de quem resolver questionar auxílio moradia e outras mordomias, os penduricalhos pagos com o dinheiro da viúva são sagrados.

A condução do caso Queiroz fala por si. É a consagração inconteste do Estado de Exceção no Brasil. Parece só o começo da perseguição desenfreada e parcial que será comandada por "Hoover" e sua trupe a partir do dia 1°.

O caso Queiroz está deixando o arbítrio nu. Liberais autênticos começaram a se levantar, sabem que cedo ou tarde entrarão na fila do "Reich".

Construir uma Frente Democrática não é uma simples opção tática. É uma necessidade histórica. Tomara que não precise piorar mais para que os progressistas brasileiros compreendam isto.

*Ricardo Cappelli, é secretário da representação do governo do Maranhão em Brasília e foi presidente da União Nacional dos Estudantes.

Fonte: Contexto Livre

5 comentários:

  1. ..........é secretário da representação do governo do Maranhão...SECRETÁRIO, DO MARANHÃO: QUER MAIS?!?!?!

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    1. kkkk sujo falando do mal lavado, Altamir. Deve ser estafante esse "trabalho" do Ricardo Capelli.

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  2. Houve um tempo em que a Justiça parecia ser mais reta, justa e imparcial. Hoje, como bem diz o articulista, parece que o Brasil vive mesmo sob um regime de exceção.

    Alguns de nós brasileiros, que estiveram na luta pelas “diretas já” e viveram um novo amanhecer da democracia, não imaginavam que, em tão pouco tempo, assistiriam ao anoitecer do Estado Democrático de direito, como parece despontar em nosso país.

    Perguntar não ofende: No caso de Fabrício Queiroz, e se fosse ele motorista do Lula ou de outro líder da esquerda? Resposta: já teria sido alvo de condução coercitiva, com certeza.

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  3. Os eleitores do Bolsonazista estão com cara de pão dormido... Cadê o Fabrício Queiroz com aquele R$ 1.233.000,00 que transitava pela conta dele durante um ano?! Muita gente quer saber... Até a revista Veja está cobrando explicações veementemente! – É bom já ir se acostumando! – Pois quê!

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  4. Mais de uma vez eu falei que cabe a condução coercitiva desse Fabrício Queiroz... Cadê a "moral" dos procuradores raivosos?! Por que não requerem ao juiz da jurisdição que determine a condução coercitiva desse laranja?? Para onde foi aquele dinheiro?! Na conta de quem está aquele R$ 1.233.000,00?!

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