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domingo, 24 de junho de 2018

BRASIL X COSTA RICA - Por Givaldo Calado de Freitas

GOLS SUADOS. Disse! E todos ao meu lado, ou quase todos, não se fizeram de rogado. Alguns foram até ao superlativo. “Suados não, Givaldo, suadíssimos!”. Outros, de menos fé, exageraram: “Não tínhamos mais esperança. Nossas energias escorriam e escorriam, diante de tantos gols perdidos. Ataques desperdiçados... Penalidade máxima cancelada. Faltas não arbitradas. Enfim, a crueldade, parecendo o propósito para todo o jogo, máxime em seu primeiro tempo. E, toda ela, contra a amarelinha que, hoje, estava azulzinha. 

Da mesma forma teria começado o segundo tempo. Com placar empatado em 0 X 0, não nos parecia que viéssemos conseguir a virada, afinal vista: Brasil 2 X 0 Costa Rica.

Coisas de futebol ou mérito daqueles “meninos”? Mérito ou sorte deles, em uma partida que parecia fadada a terminar como começara: zerada. Na corrida aos gols.  Esta à exaustão. Mas nada. E nada de gol, pelo menos em seu primeiro tempo e quase até o final do segundo. Do mesmo modo como ocorrera na primeira rodada do domingo último (17), contra a Suíça. Quando, ao longo de 90 minutos, muitos. Indizíveis... ficaram sem suas preciosas e belas unhas, porque ruídas, cruel e impiedosamente, por conta da angústia e nervosismo pela falta de gols, objetivo maior de qualquer peleja esportiva. E não só em Copa do Mundo, mas em toda ela, sobretudo desse popular e enervante esporte. Para nós, paixão nacional. E penso que, também, para todo mundo. Ou quase todo mundo. 

Mas deixa que o Brasil teria que ser salvo pelos acréscimos, e eis que Coutinho e Neymar metem dois golaços na rede da Costa Rica, e deixam-na desesperada com o resultado final da peleja: Brasil 2 X 0 Costa Rica.
                                                               
A partida, toda ela, foi de muita tensão. Esta, estampada no semblante dos amigos e amigas presentes por aqui, como de igual maneira em todo nosso país, e no mundo, aonde brasileiros e brasileiras pararam para assistir a esse espetáculo, talvez o maior do planeta. 

Eu, pessoalmente, fluía minha tensão de olho na telinha e na união dessas letras. Dessas, e das outras, horas atrás já publicadas nas Redes Sociais: AMIGO.

• Acadêmico. Figura Pública.

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