quinta-feira, 23 de julho de 2015

LIVRO A VOLTA DO REI DO CANGAÇO SERÁ LANÇADO HOJE NA PRAÇA DA PALAVRA

Iniciado em 2011 o romance "A Volta do Rei do Cangaço" ficou pronto em março desse ano. Mesmo antes do livro impresso, a obra foi inscrita no I concurso Pernambucano de Literatura em 2012, onde recebeu menção honrosa. No final de março desse ano o livro foi editado, com diagramação e impressão na cidade de Garanhuns. Com previsão de lançamento para o mês de maio na cidade de Capoeiras, mas adiado por força maior, agora dentro da programação do 25° Festival de Inverno de Garanhuns o livro será lançado. É hoje às 19 horas no polo de literatura do FIG, Praça da Palavra, em frente ao Colégio XV de Novembro.

O LIVRO


O romance “A Volta do Rei do Cangaço,” de Junior Almeida, mantém vivo o mito de Lampião.

Neste livro de sabor regional o mais famoso cangaceiro nordestino não foi morto pela polícia em Sergipe, em 1938. Alguém foi assassinado em seu lugar mas prevaleceu a versão das “volantes” e do governo.

Lampião, na verdade, foi atingido por uma espécie de maldição e ainda está vivo, sem nem ao menos envelhecer. Já morou em vários lugares do Nordeste e usou diversos nomes. Atualmente usa o nome de Luiz Ribeiro, é coronel da Polícia Militar de Pernambuco e mora num recanto escondido no município de Capoeiras, no Agreste do Estado.

O romance faz uma viagem ao passado, relembrando os tempos do cangaço e da violência, tanto por parte dos bandoleiros como da polícia. No presente, Virgulino Ferreira, com outro nome interage com militares de alta patente e até com o governador do Estado.

Um historiador, obcecado pela vida misteriosa dos cangaceiros, desconfia que Lampião não morreu em Angicos e começa a fazer investigações por conta própria, enfrentando a descrença de muitos e os perigos dessa busca pela verdade.

“A Volta do Rei do Cangaço” retrata o interior das pequenas cidades do Nordeste, mostra as ligações de Lampião com o padre Cícero Romão e nos apresenta o cangaceiro como uma espécie de justiceiro, capaz ainda hoje de recorrer a violência quando é preciso enfrentar uma desfeita ou punir algum bandido.

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