Do Blog de Geraldo Mouret:
Uma nova história está prestes a surgir em Garanhuns. O antigo Casarão dos Eucaliptos, que tanto inquietou a população, ao vê-lo perder as árvores centenárias, parece que ressurge de maneira mais pomposa e agradável, não apenas aos olhos, mas ao pulmão de quem por ali deverá passar nos próximos anos. É que neste sábado (01/03) teve início uma operação de rearborização, tanto na parte interna quanto na externa do que parece ser o novo Parque do Casarão. Estão sendo plantadas 82 árvores, sendo 46 Ipês (rosas, amarelos e roxos) e 36 Acácias Felício.
As plantas foram distribuídas conforme seu tamanho, de modo a produzir sombra em áreas estratégicas no entorno do Casarão. As avenidas Santa Rosa, Oliveira Lima e Djalma Dutra, já receberam as plantas nesta manhã e as pessoas ficam admiradas com a iniciativa. Todos aprovam e parabenizam o Grupo Ferreira Costa pela ação. “Muito bom mesmo. Eu estava com medo de que fossem destruir tudo para construir mais um desses prédios quadrados e sem expressão. Estou vendo que tem gente que ainda pensa em preservar a natureza e a história”, destacou seu Júlio de Assis, que parou em sem veículo ao ver a movimentação.
Porém uma preocupação também está presente nas pessoas que elogiam a iniciativa: Como ficará a famosa Feira da Quinta. Será que irá sair desse setor? Ou ainda, será que os feirantes irão respeitar as árvores? Toda ação ambiental, por precaução deve estar integrada com uma ação de educação ambiental. Acredito que a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Agricultura (que deixou de ser de “Meio Ambiente”) já esteja pensando uma estratégia para garantir a feira e as árvores.
Nossos Parabéns á Ferreira Costa. Ambientalista e historiadores que lutam pela preservação da vida e do patrimônio municipal estão felizes. Quem sabe além de nascer um Novo Parque do Casarão, também possa surgir uma Fundação João Ferreira da Costa do Patrimônio e Meio Ambiente. Garanhuns espera.

Em 1977 a 1979 quando me deslocava para treinar na AGA pela Seleção de Garanhuns admirava muito os EUCALIPTOS da Avenida Rui Barbosa.
ResponderExcluirNo ano passado (2013) quando passei pelo local e vi aquela árvores tombadas enxerguei uma vaso em meus olhares.
Lagoa do Ouro era uma das cidades mais pobres em arborização. Vasconcelos Sobrinho o grande defensor da ecologia em Pernambuco fez uma visita ao TABELIÃO DIMAS SOUTO PEDROSA em CORRENTES -PE.E naquela época (1970) e 1977) o Sr. Dimas chamou o ex-prefeito Natanal Alves da Silva ( o seu Naé) ex-presidente do Ipiranga Futebol Clube e retratou o fato ao ex-prefeito.
Resultado, o Senhor Natanael foi quem mais fez praças em Lagoa do Ouro. E todas elas ele fez questão de plantar dezenas de árvores. As praças das Ruas do Cajueiro, Correntes, João Monteiro, São Cristóvão, Aristides Nery Monteiro e Praça Nossa Senhora da Conceição receberam plantações de árvores pelo ex-Prefeito.
O ex- Campo de Futebol do Ipiranga e hoje Academia da Cidades e quara poliesportiva José Vanderlei Alves existem dezenas de árvores plantadas pelo ex-prefeito Naé.
Meu caro , Roberto Almeida, se todas as Secretarias de Agricultura dos Municípios através de seus secretários tivessem feito o que seu Naé fez pelo Planeta Terra, certamente, o clima não estaria tão quente.
Eu apresentei um REQUERIMENTO no recinto da Câmara Municipal de Lagoa do Ouro em 2001 pedindo ao ex-prefeito Marquidoves Vieira Marques para arborizar todas as praças de Lagoa do Ouro.O Presidente da Câmara Municipal hoje, Lenivaldo Barros, disse que o Prefeito não iria plantar árvores porque estava arrancando as que tinha.
Foi quando eu li para ele a importância das árvores para o planeta terra e a nossa vida. Na minha justificativa eu disse que durante o dia as FOLHAS das ÁROVORS absorvem o gás carbônico e durante à noite transforma em oxigênio e jogam na atmosfera. E esse processo em química se chama FOTOSSÍNTESE.
Com os meus argumentos, todo os VEREADORES votaram a favor do requerimento inclusive o próprio Lenivaldo Barros.
Quando morei em Recife(1980-1990) a coisa que eu mais admirava era aquelas árvores em praticamente todas as calçadas. Para o Recifense o importante não é preservar as calçadas e sim as árvores.