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segunda-feira, 28 de março de 2011

FESTIVAL PODE SER FEITO POR EMPETUR

O Festival de Inverno de Garanhuns pode passsar a ser realizado pela EMPETUR, em vez da FUNDARPE, como sempre aconteceu desde a 1ª edição do evento. A informação foi passada ao prefeito Luiz Carlos de Oliveira e a Secretária de Turismo do Município, Gabriela Valença, pelo Secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa (foto). “O assunto está em discussão e será decidido pela Secretaria da Casa Civil”, disse Feitosa, que é também deputado estadual pelo PR.

Na audiência com o secretário estadual, Luiz Carlos de Oliveira e Gabriela Valença trataram do Festival de Inverno 2011 e do Jazz Festival 2012.

Satisfeito com a repercussão e o sucesso da 4ª Edição do Garanhuns Jazz Festival, Alberto Feitosa já confirmou o evento como festividade oficial do calendário turístico do Estado para o ano de 2012.

De acordo com Gabriela Valença, durante o encontro, o secretário se comprometeu com uma divulgação maior de Garanhuns nas principais Capitais Nordestinas, bem como em feiras Nacionais e Internacionais do setor.

A FUNDARPE perdeu poder no segundo mandato de Eduardo Campos, por conta das denúncias contra o órgão, formuladas na gestão de Luciana Azevedo.

7 comentários:

  1. Será que isso vai ser Bom para Garanhuns, creio que se tivermos uma Divulgação Maior desses Eventos claro que teremos mais públicos. Resta orientar os Comerciantes da Rede Hoteleira contra os Absurdos que fazem durante estes Eventos. Armando Torres de Barros

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  2. Acho uma ameaça à cultura, o Festival de Inverno e outros eventos culturais, realizados fora da condução da FUNDARPE. A Secretaria de Turismo, é essencialmente política e pode dirigir os eventos, simplismente para atrair movimento comercial. Isso prejudica as manifestações culturais que é a base do nosso festival.

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  3. Denúncias da FUNDARPE,sei, o bom que na EMPETUR nunca houve, inclusive na gestão do atual governador... É daqui para melhor, sem dúvidas.

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  4. Aproveito para perguntar o seguinte? Porque não param de enganar os bestas e mudam logo o nome do festival de jazz para vestival de blues, já que não tem nada de jazz alí...

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  5. Prezado Anônimo, se você procurar se aculturar mais vai entender porque existe tanta diversidade no Festival de Jazz. Hoje o Jazz abrange muitas Vertentes Musicais. Procure ler sobre o Festival de Jazz de Montreaux (Um Evento com Mais de 20 (Edições)Anos) e você vai entender o porque dessa diversidade. Jazz não é só o Tradicional. Hoje a Palavra JAZZ é uma forma de se expressar a ARTE MUSICAL de um POVO. Jazz é: Tradicional, Fusion, Moderno e por ai segue. Leia Mais Um Pouco. O JAZZ e o BLUES andam LADO A LADO. José Alves Teixeira (Tex)

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  6. A política cultural adotada pela Fundarpe, nos mandatos do governador Eduardo campos, acarretou mudanças no outroras chamado "circuito do frio". Hoje, como Nação Pernambuco Cultural coleciona algumas conquistas e sérios problemas. Criou-se uma identidade, redefiniram a perspectiva das programações(exemplo é o palco pop que deixou de ser um segundo pólo, funcionando na mesma hora da Guadalajara, para ser um pólo das 18 hs), as possibilidades de manifestações e pólos. Certamente, não podemos esquecer dos grandes festivais de multidões da era Jarbas. Com programações mais audaciosas, o Festival firmava-se com grandiosidade. A equação deve ser tratada com as ressalvas pertinentes. O evento gera riqueza para o município através do turismo. Precisamos de uma programação forte, diversificada e anunciada! Mas, isto não é tudo. É preciso primar pela qualidade cultural. E este é o grande charme e sucesso do festival. Em qual fase da elaboração a população é chamada para discutir, opinar e decidir? O Festival é ancorado na capital, com perspectivas, por vezes, confusas e sem efeito. Erro de quem não conhece o município. A discussão não pode limitar-se a quem melhor vai gerenciar, Empetur ou Fundarpe. Como garanhuense, defendo a ampliação deste projeto que deve ser contínuo e democrático. O que deve ser discutido, SEMPRE, é Garanhuns, seja qual for a oportunidade.

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  7. Isso vai ser um retrocesso pro FIG. O festival é cultura e deve ficar a cargo de quem tem competência com cultura.Apesar das denúncias o FIG nunca deixou de ser bem organizado. Se não fosse a Fundarpe não teríamos mais o festival. E apesar dos governos estaduais a Fundarpe sempre fez o melhor pelo FIG e por todos os outros festivais de nosso amado Pernambuco.

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