A ação tramita na Justiça do Trabalho do Recife. Segundo o Ministério Público, a rede proibia atendentes de caixa e balconistas de se sentar durante todo o expediente.
O MP pede indenização de R$ 2 milhões por dano moral coletivo.
Investigação começou após uma denúncia de que operadores de caixa não podiam trabalhar sentados, apesar de haver cadeiras disponíveis nos postos de trabalho.
Testemunhas relataram que os assentos eram mantidos apenas para aparentar o cumprimento das normas, enquanto os funcionários permaneciam em pé durante todo o expediente.
Testemunhas afirmaram que atendentes de caixa e balconistas eram impedidos de utilizar cadeiras mesmo quando não estavam atendendo clientes.
Segundo os depoimentos, a prática ocorria em diferentes lojas da rede na Região Metropolitana do Recife.

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