Em Pernambuco e principalmente no Recife, os bastidores da política literalmente estão fervendo.
A movimentação de Silvio Costa Filho e Marília Arraes, se aproximando ou pelo menos conversando com Raquel Lyra, provocaram um verdadeiro terremoto no estado.
Contribuiu ainda mais com essa efervescência, o namoro do deputado federal Eduardo da Fonte com os socialistas.
A governadora foi rápida no gatilho e demitiu aliados importantes de Dudu da Fonte de três órgãos estaduais de peso: a Ceasa, o Lafepe e o Porto do Recife.
O deputado parece ter sentido o baque e comentou que a governante se precipitou. Jurou não ter fechado nada com João Campos.
Agora, com o seu pessoal sem emprego, parece que vai ter de fechar.
Um ex-prefeito de importante município da Zona da Mata, passou algumas informações.
Segundo ele, o prefeito João Campos tenta evitar a saída de Marília e Silvinho do grupo.
Teria oferecido uma das vagas do senado à prima e a vice ao grupo do ministro.
Ainda de acordo com nossa fonte, Humberto Costa não aceita Marília na chapa.
A aversão do senador/psiquiatra a ex-deputada precisa ser estudada. Mas talvez nem as teorias de Freud sejam capaz de explicar.
Outra informação que corre é que a governadora Raquel Lyra não vai manter Priscila Krause na vice.
Outro nome ocupará o espaço. Pode ser o senador Fernando Duere, se não surgir outra alternativa que some mais eleitoralmente.
O deputado Álvaro Porto, presidente da Assembleia Legislativa, continua cotado para ser candidato a vice-governador, na chapa de João Campos.
Do jeito que as coisas estão, todas as pesquisas divulgadas até o momento podem perder relevância.
A partir de abril, com a definição das chapas majoritárias, é que o jogo de fato vai começar.
João ou Raquel? Quando os times estiverem definitivamente escalados é que os eleitores vão fazer a opção. Se querem a continuidade ou a mudança.


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