Em política tudo é possível, mas acho essa probabilidade bastante remota.
Câmara está bem na presidência do Banco do Nordeste do Brasil e dificilmente deixaria o cargo que ocupa para vir enfrentar Raquel Lyra com a máquina estadual na mão.
Ainda mais que Paulo já foi governador duas vezes, eleito logo no primeiro turno em 2014 e 2018.
Essa notícia pode ter sido plantada por lideranças estaduais ou nacionais do PT para preocupar o prefeito João Campos.
O socialista esnobou o Partido dos Trabalhadores na disputa da capital, este ano, mas em 2026 pode precisar de Lula e seus aliados em Pernambuco.
Se Paulo Câmara for candidato, juntamente com João Campos e Raquel Lyra, poderíamos ter um segundo turno?
Não é uma certeza. Se a governadora, com três candidaturas se reelegesse logo no primeiro turno seria péssimo para o PT.
Hoje, não há dúvida, o único nome que pode derrotar Raquel é João Campos.
E ele será ainda mais forte se tiver em seu palanque nomes como Miguel Coelho, Marília Arraes, Silvio Costa Filho e Álvaro Porto, dentre outros.
E vai precisar também do PT. De Humberto Costa, Teresa Leitão, do deputado estadual João Paulo (hoje mais próximo de Raquel) e de Paulo Câmara, caso esse mais na frente resolva se filiar ao partido do presidente Lula.

PAULO CAMELO: Apesar de ser bom para a Democracia o fator eleitoral, não se deve ficar obcecado com essa premissa. Tudo deve ser feito na época oportuna. Agora ficar inventando candidato e fazer suposições é demais. Mas, algo precisa ser considerado, a saber: João Campos, Paulo Câmara e Raquel Lyra, ambos são de Direita. Ok, Moçada!
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