Wellington Ribeiro, do blog Ponto de Vista, levanta hoje uma pauta das mais interessantes.
Jornalista lembra que a Prefeitura do Recife já foi uma espécie de trampolim político para se chegar ao Governo do Estado.
Assim, Joaquim Francisco e Jarbas Vasconcelos primeiro fizeram o nome administrando a capital, para depois conquistar nas urnas a vitória para o Governo de Pernambuco.
De 2000 pra cá, no entanto, a prefeitura só tem servido para enterrar carreiras políticas.
Roberto Magalhães, que tinha sido governador, não conseguiu se reeleger prefeito e a partir daí começou a perder prestígio.
Petista João Paulo, que derrotou Roberto, teve uma ascensão meteórica, fez o sucessor na prefeitura e depois perdeu todas as eleições majoritárias que disputou.
João da Costa, eleito com o prestígio de João Paulo, traiu o antecessor, desagradou o próprio partido, o PT, que não lhe permitiu disputar a reeleição. A partir daí só faz perder, não consegue se eleger nem deputado, depois de ter governado uma das principais capitais do país.
E chegamos a Geraldo Júlio. Governou Recife oito anos, é considerado o nome mais forte do PSB para a disputa estadual, mas estamos em janeiro e permanece a indefinição sobre se vai ser candidato ou não a sucessão de Paulo Câmara.
Geraldo, se for candidato, poderá recuperar a tradição iniciada por Jarbas e Joaquim, mas se der errado corre o risco de virar um novo João da Costa.
*Fotos reproduzidas do Blog Ponto de Vista.
No campo da canhota, a tal da Marilia Arraes e o babaca do João da Costa foram as duas piores figuras políticas de Pernambuco que a caterva "incarnada" pariu.
ResponderExcluirP.S.; - Faz vergonha como esses dois inúteis e imprestáveis são tão SUBSERVIENTES ao partido de quadrilheiros que mais roubou no Brasil...