Se a eleição para presidente
da República fosse realizada este ano, provavelmente Bolsonaro seria reeleito.
Até 2022 muita coisa pode
acontecer, ou fica do mesmo do jeito que está.
Pelas pesquisas, hoje, o
atual presidente tem em torno de 30% de intenções de voto. Ciro Gomes (PDT) e
Fernando Haddad (PT) estão embolados no segundo lugar, o ex-governador do Ceará
na faixa de 10% e o ex-prefeito de São Paulo bem perto disso.
Dependendo da campanha, pode
acontecer um segundo turno entre o candidato do PT e Bolsonaro, um repeteco de
2018.
Se Ciro for se refugiar em
Paris, de novo, o presidente tem tudo para garantir mais quatro anos de mandato
e vai continuar a destruição do Brasil, com uma população um pouco menor, por
força da pandemia, que direta ou indiretamente é estimulada pela
irresponsabilidade, insanidade e incompetência.
Caso Ciro consiga ficar à frente
de Haddad, aí teremos um fato novo e provavelmente a chance de nos livrarmos do
facista, com a possiblidade do coronel falante abrir caminho para uma mudança.
De de todo modo, qualquer
coisa é melhor do que o governo atual, embora milhões de brasileiros pensem
diferente.

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