Um filme com direção de
Steven Spielberg, tendo os atores Tom Hanks e Meryl Streep nos papéis principais
tem tudo para ser muito bom.
E não dá outra. Diretor
americano, responsável por obras como A Cor Púrpura, O Resgate do Soldado Ryan,
A Lista de Schindler, ET e Contatos
Imediatos, mais uma vez mostra sua competência por trás das câmeras.
The Post, de 2018, que entrou
na Netflix há poucos dias é quase que impecável. A direção, o roteiro, a fotografia,
os atores, a história contada...tudo funciona como num filme de Spielberg.
Política e jornalismo se
mesclam no longa, baseado em fatos reais, que aconteceram nos Estados Unidos na
década de 70 e repercutem até os dias de hoje.
Filme começa meio truncado,
pode oferecer alguma dificuldade a quem está acostumado a obras fáceis, mas cresce
muito no final ,se tornando um drama tenso, com momentos de suspense.
Trabalho de Steven termina realçando
como é importante a liberdade de imprensa e o trabalho de jornalistas de
verdade.
“O jornalismo é feito para os
governados, não para os governantes”, diz mais ou menos isso um dos personagens
do filme, sintetizando o que está em jogo na decisão de publicar ou não uma reportagem
que Nixon, o presidente dos EUA na época, tenta impedir.
Antes do jornal Washington
Post passar pelo dilema de publicar ou não informações bombásticas, o assunto tinha
sido levantado pelo concorrente The Times, sofrendo represálias do governo.
Basicamente documentos
secretos do governo americano vieram à tona, provando que os presidentes Lyndon
Jhonson, John Kennedy e Richard Nixon tinham mentido o tempo todo sobre a guerra
do Vietnã.
Opinião pública americana foi
manipulada, milhares de jovens foram enviados para uma guerra que as autoridades
sabiam sem futuro e a verdade foi escondida da população.
O governo ainda tenta impedir
que a verdade seja divulgada nos jornais, mas uma decisão da Suprema Corte, a
favor da liberdade de imprensa permite que o The Post chegue às ruas, acabando
com a tensão de diretores e jornalistas do periódico americano.
Em tempos de Trump nos states e Bolsonaro no Brasil o filme The Post lava a alma, joga a favor da democracia.

QUE BOM SERIA QUE TODOS OS BOZOPETISTAS ASSISTISSEM AO FILME NA ÍNTEGRA, SÓ ASSIM FICARIAM DE "BUXEXAS" ROSADAS E ENVERGONHADOS POR NÃO SABEREM A IMPORTÂNCIA DE UMA IMPRENSA LIVRE DENTRO DE UM PAÍS QUE QUEIRA PRESERVAR O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. EM 13 ANOS DE BANDIDAGEM PETRALHAS, ELES FIZERAM DE TUDO PARA INCREMENTAR UMA LEI DE IMPRENSA AO MOLDE E AOS MODOS DOS "INCARNADOS"... GRAÇAS AO CONSTITUCIONALISTA MICHEL TEMER PASSAMOS DOIS ANOS EM PAZ. AGORA, PRA VARIAR, APARECE ESSE MALUCO BUNDA SUJA AMANTE DA DITADURA E RADICALMENTE CONTRA UMA IMPRENSA LIVRE, A COMEÇAR PELO PETRALHA DIAS TOFFOLI DO STF QUE VIVE EM CONLUIO, COM "DEMOCRATAS" DA LAIA DO ANALFABETO LULA, DA TERRORISTA DILMA E DO CAPITÃO CLOROQUINA...
ResponderExcluirP.S.: - Como dizia o escritor, filósofo, romancista, dramaturgo e jornalista francês Albert Camus: Uma imprensa livre pode, é claro, ser boa ou ruim, mas, certamente sem liberdade, a imprensa sempre será ruim...