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sábado, 15 de junho de 2019

AMERICANO MOSTRA PROCURADORES COMO BANDIDOS



As revelações feitas até agora pelo jornalista americano Glenn Greenwald, do site The Intercept, já envolveram o Ministro da Justiça, Sérgio Moro, os procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando, ministro do STF Luiz Fux, um jornalista do Estadão e a TV Globo.

Áudios e vídeos revelam diálogos estarrecedores, mostrando que promotores e juízes, com o auxílio da grande imprensa, atuavam como uma quadrilha, como se fossem bandidos.

Moro, que chegou a ser tido como herói nacional, manipulava os procuradores, instâncias superiores do judiciário e até parte do STF.

As bombas disparadas a uma semana pelo The Intercept e outros veículos da imprensa, com repercussão grande também no exterior, estão deixando os envolvidos no escândalo malucos e setores da direita ensandecidos.

Um deputado do PSL já mandou um recado a Glenn Greenwald: “Você não é imortal”. A frase foi interpretada como uma ameaça de morte.

Imagine você, caro leitor, se inventarem de assassinar um jornalista americano conhecido no mundo todo aqui dentro do Brasil.

Das novas informações que vieram a público de ontem para hoje, a mais estarrecedora é que envolve a ex-primeira dama do país, Marisa Letícia.

Numa conversa com Moro, o procurador Carlos Fernando disse ao então juiz que no depoimento de Lula, em Curitiba, iria na “jugular”: envolveria o nome da falecida para tirar o equilíbrio do ex-presidente.

Esse procurador, também já partiu para ameaças. Tirada sua máscara de homem sério, disse que a liberdade de expressão não comporta a prática de crimes.

O senhor Carlos Fernando esquece que Sérgio Moro, quando era juiz, afirmou que não importa os meios com que se obtém tal material, o que vale é o conteúdo.

Política? Justiça? Jornalismo?

Parece que estamos vendo um filme de terror.

*Na foto da Veja, o procurador Carlos Fernando.

Um comentário:

  1. Os roubos e a lavagem de dinheiro do Lula e seus comparsas foram tão gritantes, escancarados e vultosos que nem precisava de procurador ou juiz para condená-lo. A quantidade do produto do roubo é tão farta que bastaria um cartório ou um escrivão para jogá-lo na cadeia...

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