Prefeitura de Garanhuns

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sábado, 2 de junho de 2018

O BRASIL QUE NÓS QUEREMOS



Haveria mais justiça social e menos corrupção.

O povo seria mais consciente
E a representação política iria melhorar muito.

Teríamos mais solidariedade e
Menos privilégios.

As pessoas leriam mais  (bons livros)
Ouviriam música de qualidade
Os governantes investiriam mais na cultura e educação
E fariam menos assistencialismo.

Se cuidaria melhor dos jovens
E se respeitaria mais os idosos
Veríamos mais tolerância e amor
Menos ódio e rancor.

Todos estariam menos estressados
Mais homens e mulheres seriam felizes
E Deus seria mais importante do que o dinheiro.

O Brasil que nós queremos é uma utopia.

Seria um país civilizado
Com um povo alegre, porém capaz de levar as coisas a sério
De respeitar filas, vagas de deficientes, semáforos
As pequenas leis e a Lei Maior.

Uma nação com direitos iguais para as mulheres,
Os negros, os nordestinos,
Os trabalhadores braçais.

Sem tanta discriminação com relação
Aos que pensam ou vivem diferente,
Uma Holanda ou Dinamarca de dimensões continentais.

Não existiria espaço para os bufões, os enganadores, os larápios,
Os falsos justiceiros.

Assim,
Um Brasil sem Temer ou Eduardo Cunha,
Sem Faustão, sem Galvão Bueno,
Sem Aécio Neves, Eliseu Quadrilha,
Sem Moro, sem Dallagnol.

Um país de primeiro mundo:
Erradicada a malária, a febre amarela, a dengue
Todas as doenças criadas pelo subdesenvolvimento
Pelos políticos picaretas,
Empresários oportunistas,
Falsos profetas e emissoras de TV
Sem compromisso com seu povo.

Um Brasil possível, mas utópico.
Porque aqui prevalece o egoísmo, o jeitinho, a esperteza,
A malandragem, a rapinagem, o individualismo, 
A burrice, mesmo quando fantasiada de algum tipo de inteligência.

Enfim, um Brasil melhor.
Sem monopólio de cana de açúcar ou de canal de televisão.
E que Deus estivesse não apenas nas igrejas, na boca dos hipócritas,
Mas no coração de todos: ricos e pobres,
Sem esse abismo tão grande entre eles. (Roberto Almeida).



*Imagem: Revista Bula

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