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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

HÁ 40 ANOS MORRIA ELVIS PRESLEY - O REI DO ROCK

Por Altamir Pinheiro

Hoje quarta-feira (16), a morte de Elvis Presley completa 40 anos, mas "O REI" continua sendo lembrado por milhões de fãs. Elvis foi ídolo mesmo entre os ídolos: quando os  quatro garotos de Liverpool, The Beatles,  viajaram aos Estados Unidos, só quiseram conhecê-lo. No dia 27 de agosto de 1965, Elvis e a banda inglesa The Beatles encontraram-se no âmbito doméstico, sem evidências, até agora, de qualquer produto áudio/visual relevante. A única imagem alusiva ao encontro de Elvis e Beatles é uma foto em que JOHN LENNON APARECE SAINDO DA CASA DE ELVIS. No documentário The Beatles Anthology, de 1996, os ex-beatles Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, confirmaram jamais terem tocado com Elvis, e que somente John Lennon o fizera. No mesmo documentário, RINGO comentou ter jogado futebol com Elvis.

Sua breve caminhada como roqueiro foi com a gravadora RCA em 1955, e um ano depois, teve o primeiro sucesso, "HEARTBREAK HOTEL", com o qual iniciou uma intensa carreira,  e depois ele ficou famoso com canções originais para o seu tempo, como "It's now or never", "In the ghetto", "Love me tender" e "Suspicious minds". Carreira esta abreviada pelas drogas. Na época, outros cantores já eram famosos, como por exemplo Frank Sinatra, mas o movimento de quadris de Elvis Presley conquistou o público. A dança dele não era permitida na televisão, que só o mostrava da cintura para cima, e alguns diziam que ele "desafiava a América pensante dos anos 50 e 60".

No tocante à carreira musical, o estilo de Elvis era contagiante e fazia admiradores em todas as faixas etárias e classes sociais, embora fosse condenado pelos conservadores, que o considerava um atentado aos bons costumes. Elvis dançava e requebrava com sua guitarra, num estilo empolgante e revolucionário para a época.    Presley também era conhecido na década de 50 pelo apelido ELVIS THE PELVIS, por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Com uma potente voz, força interpretativa e estilo galã, foi um sucesso de público e se transformou em um dos ícones da cultura popular mundial.  Mesmo 40 anos depois da sua morte, ele é o artista solo com maior número de HITS nas paradas mundiais e recordista mundial em vendas de discos em todos os tempos, com mais de 2 bilhões de cópias vendidos em todo o mundo.

Elvis é o pai de todos. Pai do rock. O cara que ousou tocar aquela música profana, ofensiva e agressiva. O único homem no mundo a vestir um conjunto de couro e ainda ficar estiloso. Presley denotava ou expressava elegância através de sua aparência, do seu comportamento pessoal no palco. O rei do rock expressava um estilo incomum fugia aos padrões considerados normais, para a época.

O precursor do topete, do twist e da calça justa. Se vivo, Elvis teria 82 anos. O terror das moçoilas, adultas e mulheres de todas as idades. Deixou mais seguidores do que qualquer outro ícone pop, já que um em cada dez americanos é imitador de Elvis. Ele deixou não apenas umas dezenas de músicas inesquecíveis, mas também a arte de ser um SHOWMAN e comandar um espetáculo com um estilo inigualável.

Há dez anos, Javier Márquez, autor do livro "ELVIS: CORAZÓN SOLITARIO", afirmou que "Elvis viveu sua vida de uma forma muito apaixonada, o que desperta a admiração de outros", diz o autor. Márquez afirma, porém, que o artista era muito diferente em público e em sua vida privada, quando se mostrava introvertido. Apesar do sucesso, Elvis não via sentido na vida. "O mito de Elvis tinha matado a pessoa antes de seu próprio falecimento", diz Márquez. Segundo ele, ainda, o cantor foi muito RELIGIOSO até o fim da vida, quando já consumia muitos remédios. A religiosidade o levava a buscar uma razão mais nobre para o que fazia, o que "CONTRASTAVA COM SUA SITUAÇÃO ARTÍSTICA REAL", afirma Márquez.

Por fim, às 2 horas da tarde do azarado mês de agosto de 1977(há 40 anos), no banheiro da mansão GRACELAND, no Tennessee, o coração de Elvis parou de bater. O cantor/‘‘ator’’ foi encontrado por sua noiva - na época, Ginger Alden, em frente ao vaso sanitário, de barriga para baixo e calças arriadas. A causa oficial foi arritmia cardíaca, uma condição que só pode ser identificada em pessoas vivas. Por outro lado, a família Presley possuía um histórico de doenças coronárias. Em sua autopsia, foram encontrados 15 medicamentos diferentes em seu corpo, dos quais 10, em quantidades perigosas (dez vezes a quantidade terapêutica do anestésico codeína, à base de morfina). Quando os paramédicos chegaram, o corpo já estava ficando azul e frio. No caminho para o Baptist Memorial Hospital, tentou-se sem sucesso uma reanimação, afinal "ERA O ELVIS". Ele foi declarado morto às 15:16, sem qualquer investigação na mansão, fotos do banheiro ou consideração pelo fato de que ele tomava remédios como se fossem garapa...

Assista ao vídeo de 10 minutos daquele que se tornou o REI DO ROCK e mudou toda uma geração. A reportagem trata do dia de sua  morte, logo após o sepultamento  em Memphis, e uma canja de sua última canção cantada em vida, quando ele se despede do palco e nunca mais o REI DO ROCK foi visto em público.

2 comentários:

  1. Como relato para que fique registrado nos arquivos da história, no dia 16 de agosto de 1977, o médico brasileiro Dr. Raul Lamim(Juiz de Fora-MG), então com 29 anos. Encontrava-se no Memorial Hospital de Memphis, onde fazia RESIDÊNCIA MÉDICA e participou da necropsia feita pela equipe médica daquele hospital ao paciente Elvis Presley que deu entrada naquela casa de saúde já sem vida. Eram precisamente 2 horas da tarde.

    Por ironia do destino, o jovem Raul, fora a Memphis justamente para assistir a um show do "rei do rock" no Tennessee. Se Raul contava os dias para o show, o rei do rock também não disfarçava a ansiedade. Daquela vez, a turnê duraria apenas 12 dias, começaria por Portland, no Oregon, e terminaria em Memphis.

    Segundo seus biógrafos, na noite anterior ao início da excursão, Elvis não conseguira relaxar. Passou a madrugada em claro, jogando SQUASH (arremessando com uma raquete a bola contra a parede e rebatê-la novamente após cada colisão, isso até às 4 horas da manha), como também repassando músicas ao piano e beliscando guloseimas - o último lanche teria sido quatro bolas de sorvete e seis barras de chocolate. Entre uma atividade e outra, ingeria calmantes.
    Inúmeras teorias conspiratórias, aliás, tentaram forjar explicações para a morte de Elvis. Umas dizem que ele teria sido envenenado. Outras, que teria sucumbido a uma overdose de drogas. O patologista de Juiz de Fora refuta as duas teses. "O exame toxicológico não encontrou vestígios de VENENO ou de DROGAS ILÍCITAS, como maconha, cocaína e heroína, no organismo do cantor. De acordo com seus registros médicos, Elvis não fazia uso de cigarro, bebida ou drogas", afirma o médico.

    E fulmina o mineiro Raul Lamim, hoje, com 69 anos de idade: "Quarenta anos depois, a sensação que fica é de espanto. Quando eu poderia imaginar que aquilo fosse acontecer?!?!?! Nunca imaginei que, um dia, encontraria meu ídolo da juventude em uma mesa de necrotério. Uma pessoa tão idolatrada e, ao mesmo tempo, como outra qualquer", filosofa o médico.

    Seria de bom alvitre informar que Elvis Presley era altamente religioso e jamais tomou droga ilícita ou mesmo lícita, com exceção de remédios. Nunca pôs bebida alcoólica ou cigarro na boca. De vez em quando dava quatro ou cinco baforadas num charuto cubano. O mesmo, porém, não se pode dizer de medicamentos. "ELVIS DORMIA E ACORDAVA À BASE DE REMÉDIOS". O exame de sangue acusou 14 substâncias diferentes, entre analgésicos (codeína e morfina), ansiolíticos (diazepam) e, principalmente, sedativos (ethinamate, etclorvinol, pentobarbital, butabarbital e fenobarbital), todos em doses aceitáveis pelos médicos. O único medicamento que teria sido tomado acima do recomendado foi o antidepressivo metaqualona. ‘’Mesmo assim, Elvis não morreu’’... ELVIS VIVE!!!

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  2. EIS O QUE ELES FALARAM A RESPEITO DO INIGUALÁVEL ELVIS PRESLEY, INCLUSIVE UM TAL DE ALTAMIR PINHEIRO:


    “Ele foi um precioso presente de Deus” - TRECHO DA LÁPIDE NO TÚMULO DE ELVIS EM GRACELAND(Casa de Elvis).

    ---“Ele era muito extravagante… mas enquanto eu falava com ele, senti que era um homem muito tímido. A extravagância era uma fachada... Ele queria ser um exemplo para os jovens. E as pessoas dizem que porque mais tarde se soube que tinha usado drogas ele não podia ser um bom exemplo. Eles ignoraram o fato que Elvis nunca usou drogas ilegais. Sempre foram drogas receitadas por seu médico.” - PRESIDENTE RICHARD NIXON –

    ---“Existe uma única pessoa nos Estados Unidos que eu gostaria de conhecer – ainda que eu não esteja seguro que ela queira me conhecer: Elvis Presley. É difícil descrever como me sinto sobre ele. Eu apenas idolatro esse cara. Antes de Elvis, não havia nada.” - JOHNN LENNON –

    --- “Quando éramos garotos crescendo em Liverpool, tudo o que queríamos era ser Elvis Presley... Eu acredito que a música pode curar. As pessoas encontram paz na música. Toda vez que eu me sinto triste, eu coloco um disco de Elvis e me sinto melhor.” - PAUL MCCARTNEY -

    --- “Quando eu ouvi a voz de Elvis pela primeira vez eu sabia que não ia trabalhar para ninguém e ninguém seria meu chefe. Ele é o deus supremo do rock and roll. Ouvir Elvis é como escapar da prisão. Eu agradeço a Deus por Elvis Presley”. O PONTO MAIS ALTO DE MINHA CARREIRA?!?!?! Essa é fácil: foi quando Elvis gravou uma de minhas canções... - BOB DYLAN –

    --- “Obrigado, por toda a inspiração” - ELTON JOHN, em elogio fúnebre –

    --- “Elvis foi o Rei. Não há dúvida sobre isso. Gente como eu, Mick Jagger e todos os outros apenas seguiram seus passos.” - ROD STEWART -

    --- “Ele era um artista único... um original numa terra de imitadores.” - MICK JAGGER –

    --- “Daqui a dez mil anos(Raul Seixas que o diga) ainda estaremos falando sobre o fenômeno inigualável que foi, É e sempre será, Elvis Presley.” - ALTAMIR PINHEIRO -

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