Governo do Estado

Governo do Estado
Governo do Estado

segunda-feira, 5 de junho de 2017

PROJETO DA PREFEITURA AINDA CAUSA POLÊMICA

O projeto da Prefeitura de Garanhuns com reajuste de 7,64% para os professores e adequando o salário dos profissionais de ensino ao Piso Nacional do Magistério continua dando o que falar.

Criticados nos meios de comunicação e nas mídias digitais, os 11 vereadores que votaram na proposta do governo procuram reagir e alguns, como Gersinho Filho e Audálio Ramos, deram entrevistas à imprensa local procurando mostrar que estão distorcendo os fatos e que os parlamentares não causaram prejuízos aos professores ao aprovar.  o projeto do Governo Municipal.

Kleber Cisneiros publicou matéria em seu blog, nesta madrugada, esmiuçando bem o assunto.

Ele ouviu os três lados envolvidos na questão: o da Prefeitura, dos Vereadores e dos Professores.

E deixa para que o leitor tire suas próprias conclusões, embora informe que o polêmico projeto apenas tratou do reajuste salarial da categoria e disciplinou o pagamento de horas/aula em Garanhuns, baseado em Lei Federal.

Segundo Kleber, o que irritou mesmo os professores foi um decreto assinado pelo prefeito Izaías Régis (PTB) em maio estabelecendo os vencimentos do Professor I em 150 horas/aula e Professor II em 200 horas/aula, conforme já é praticado em vários municípios e está totalmente embasado na Lei Federal.

Isso foi preciso - é o que se deduz da reportagem - porque administrações passadas aprovaram “pacotes de bondade” que permitiram a um professor ter 400 horas/aula no município de Garanhuns.

Não é possível a um docente dar esse número de aulas e o que acontecia é que determinados funcionários tinham o contra-cheque engordado por “aulas fantasmas".

Um assessor de um dos vereadores da Câmara Municipal de Garanhuns diz que esse artifício permitia que uns poucos privilegiados recebessem até R$ 8 mil, quando o piso é de menos de R$ 3 mil por mês.

Essa fonte revela que é uma situação parecida com o que acontece na AESGA, onde de acordo com ele existem uns poucos professores privilegiados com salários de até R$ 12 mil mensais. Se isto for verdade o prefeito terá futuramente de mexer também no vespeiro da Autarquia Municipal.

A matéria completa do Blog do Cisneiros você pode acessar pelo link:


No post seguinte, abaixo,  publicamos texto do vereador Audálio Ramos Filho, que também faz uma avaliação do projeto da Prefeitura e explica porque os parlamentares em sua maioria votaram favoráveis às mudanças propostas pelo Palácio Celso Galvão.

Pelo que escreveram Kleber e Audálio, existe muita informação e distorção em torno do assunto, e por conta disso alguns estão querendo tirar proveito político da polêmica, “fazendo tempestade em copo d´água” e transformando em vilões parlamentares que agiram estritamente dentro da legalidade.

2 comentários:

  1. TEM MUITA GENTE QUERENDO TIRAR PROVEITO DESSA SITUAÇÃO DOS PROFESSORES A EXEMPLO DO EX-VEREADOR ERALDO CAXIADO QUE PEDIU VOTO PRA AZAIAS E FICA CONVERSANDO BESTEIRA.

    ResponderExcluir
  2. O Piso é o Piso, a prefeitura não deve se obrigar a pagar apenas o Piso salarial! Em matéria de professor, na minha opinião a prefeitura deveria fazer o máximo para pagar bons salários e não ficar com esse papo de morta-fome de pagar apenas o Piso.

    Se há professores privilegiados ganhando mais do que o piso, deve-se averiguar se estão trabalhando e se merecem receber este salário. Devem ater-se a que muitos professores merecem receber bons salários, dada a sua formação com especialização, mestrado e até doutorado!

    Agora vemos incapazes semianalfabetos que não servem para NADA recebendo 12, 13 mil sem dar um murro numa cocada e a prefeitura não vai atrás desses!

    ResponderExcluir