Governo do Estado

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terça-feira, 25 de abril de 2017

ARMANDO DUARTE APOIA GREVE CONTRA REFORMAS


Na próxima sexta-feira, dia 28, sindicatos, partidos políticos e organizações sociais promovem uma greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária do Governo Temer. 

Os protestos estão recebendo forte apoio da Igreja Católica, através de arcebispos, bispos e padres de diversas regiões do país.

Pelo menos um prefeito do Agreste Meridional, Armando Duarte do PTB (foto), de Caetés disse que é favorável ao movimento de paralisação das atividades econômicas no Brasil, durante um dia, como forma da população revelar sua insatisfação.

“Os brasileiros estão certos em protestar contra essas reformas porque elas tiram direitos históricos conquistados pelos trabalhadores”, justificou Armando.


Outros prefeitos do Agreste Meridional a quem o blog procurou preferiram não opinar sobre a greve geral.

Um comentário:

  1. Dois prefeitos tiveram a coragem de se expor em defesa dos Trabalhadores,Armando Duarte de Caetés e Douglas de Angelim.Eles sabem que não se devem tirar direitos dos trabalhadores sofridos que ao chegar os 60 e 65 anos não mais saúde,não conseguem mais emprego e muito menos trabalho.

    Minha gente,vamos lutar incansavelmente pela geração de emprego e renda e colocar esse povo para trabalhar para quando chegar a idade o país possa ter riquezas para sustentá-los.0s mais novos trabalham para gerar riquezas para o país e os mais velhos recebem suas aposentadorias para sustentar os dois,os mais novos e os mais velhos.

    0lhe aí o maior movimento dos tralhadores do Brasil.Acabar com a sindicalização diante de uma classe de políticos que para dar uma merreca de aumento aos trabalhadores tem que ser na pressão e organização com sindicatos fortes,isto se chama hipocrisia e burrice sim!

    0s deputados federais e senadores dentro de meia hora em dezembro de 2010 deram para eles simplesmente R$ 10.015,00.E para os trabalhadores do salário mínimo em 16 anos apenas R$ 757,00.Somente este ano o salário mínimo R$ 57,00 que não dá para comprar um botijão de gás de Michel Temer.

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