Governo do Estado

Governo do Estado
Governo do Estado

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

JUÍZES DE GARANHUNS CRITICAM DEPUTADOS FEDERAIS

Os Juízes de Direito da região de Garanhuns, que abaixo subscrevem, vêm a público manifestar concordância com a “A NOTA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS (AMB),  QUE REAGE AO ATO DE APROVAÇÃO DE MEDIDAS QUE ALTERARAM O PACOTE ANTICORRUPÇÃO E VISAM ENFRAQUECER O JUDICIÁRIO E O MINISTÉRIO PÚBLICO COMO INSTITUIÇÕES ESSENCIAIS AO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO”, cujo teor, em síntese, é o seguinte:

“A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) manifesta repúdio à aprovação das medidas que alteram o pacote anticorrupção e considera grave a votação que referendou a versão desconfigurada de um projeto que não atende aos interesses da sociedade.

O que aconteceu na madrugada do dia 30 de novembro de 2016 torna o Judiciário e o Ministério Público reféns daqueles que tentam enfraquecer a atuação dessas carreiras, atingindo de uma forma irreversível essas instituições, o que trará impactos graves para o futuro da nação.

O que restou da iniciativa popular que contou com a assinatura de mais de 2 milhões de brasileiros e que trazia propostas legítimas e de grande impacto no combate à corrupção foi um conjunto de atentados à democracia, à independência do (...) Judiciário e ao Ministério Público.
(....)
Essa medida não pode prevalecer, por isso a magistratura não se intimidará e convoca os cidadãos, para que toda a sociedade esteja junto e possa reagir a um dos maiores retrocessos já vistos. É hora da cidadania se expressar e levar a sua voz aos senadores exigindo o respeito às instituições democráticas das quais o Brasil depende para prosperar.

João Ricardo Costa
Presidente da AMB”
Garanhuns-PE, 01 de dezembro de 2016.

Alyne Padilha
Andrian de Lucena Galindo                                 Lucas Tavares Coutinho
Enéas Oliveira da Rocha                                     Francisco Milton Araújo Júnior
Karla Fabíola Rafaela Peixoto Dantas                           Thiago Fernandes Cintra
Glacidelson Antônio da Silva                                       Guilherme Augusto Arzani
Márcio Bastos Sá Barretto                                   Rômulo Macêdo Bastos
Maria Betânia Duarte Rolim
Maurício Santos Gusmão Júnior
Rafael Carlos de Morais
Zélia Maria Pereira Melo
Pollyanna Maria Barbosa Pirauá Cotrim

Priscila Maria de Sá Torres Brandão

5 comentários:

  1. TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI COMO REZA A NOSSA CONSTITUIÇÃO. PARABÉNS AOS DEPUTADOS QUE VOTARAM A MEDIDA QUE PUNE OS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO E OS JUÍZES QUE COMETEM AS BARBARIDADES.

    ResponderExcluir
  2. quando a lei é feita em cima dos ze ninguem eles ficam calados mais por estarem acostumados a fazerem o que bem quer ai doeu.os deputados estao mais do que certo,enfim alguma coisa boa eles fizeram.parabéns deputados.antonio.

    ResponderExcluir
  3. MUITOS DÃO PARABÉNS AOS DEPUTADOS QUE QUEREM PUNIR JUÍZES, PROMOTORES E DELEGADOS... MAS, POR BAIXO DOS PANOS E, SACANAMENTE, E HAJA CONDENAÇÃO SUMÁRIA AOS 367 DEPUTADOS QUE VOTARAM DEMOCRATICAMENTE PARA CHUTAR NA BUNDA A VACA TERRORISTA QUE EXERCIA O CARGO DE PRESIDENTA INCOMPETENTA, MAIS CONHECIDA COMO DILMA PEDALADA...

    P.S.: - Quem comete barbaridades, já existe lei em vigor para ser punido ou punida. Sejam eles garis, juízes ou presidentas...

    ResponderExcluir
  4. INDEPENDENTE DE PUNIÇÃO AOS JUÍZES É BOM QUE TODO MUNDO SAIBA O SEGUINTE:

    O apoio dos brasileiros à Lava-Jato é cada vez mais esmagador. Foi o que ficou demonstrado na mais recente pesquisa aplicada pela Ipsos, empresa presente em 88 países e respeitada por sua independência. Margem de erro: três pontos percentuais.

    A Ipsos fez entrevistas presenciais com 1.200 pessoas em 72 cidades entre 1 e 13 de novembro. Para 96% delas, as investigações da Lava-Jato “devem ir até o fim, custe o que custar”. Em pesquisa de janeiro último, os que assim pensavam eram 90%.

    Naquele mês, 81% dos pesquisados acreditavam que a operação deveria seguir mesmo com riscos de instabilidade política, e 79% declararam que a Lava-Jato deveria continuar mesmo com impacto na estabilidade econômica.

    Agora, para 94%, a operação deve continuar mesmo com o impeachment de Dilma e com a prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. O mesmo percentual acredita que ainda restam muitos nomes a serem investigados.

    O partido mais associado à operação da Lava-Jato é o PT (66%). Em segundo lugar, o PMDB (7%). Em terceiro, o PSDB (3%). Para 64% dos entrevistados, a Lava-Jato está investigando todos os partidos. Para 94%, ela deveria, sim, investigar todos os partidos.

    83% dos pesquisados acreditam que Lula será mencionado na delação da Odebrecht. Isso ocorrerá também com Dilma (66%) e Temer (54%). Quando perguntados se acreditam na participação de Lula em casos de corrupção, 84% responderam que sim.

    Mais da metade (51%) não acredita que Lula será preso, contra 47% que acredita. Para 95%, as investigações da Lava-Jato devem continuar mesmo que Lula seja julgado culpado.

    ResponderExcluir
  5. acredito eu que independente de ser deputados juizes ou premotores até um zé ninguem mesmo se errar tem que ser penalizado perante a lei.,porque se a lei foi feita para punir algun erro que fizermos que valha para todo homem,seja ele o que for de presidente a um simples zé ninguém.justiça é para todos.antonio.

    ResponderExcluir