domingo, 22 de janeiro de 2012

A NOVA REALIDADE DO AGRESTE

Publicamos abaixo um texto da Folha de São Paulo revelando que a classe média hoje é maioria no país. Até 10 anos atrás os pobres eram majoritários em todas as regiões do Brasil. Teve um tempo em que televisão, carro, andar de avião, computador, telefone e comida na mesa três vezes ao dia era coisa de rico. Hoje isso mudou. Não precisa, porém, ir às grandes cidades para perceber como as coisas evoluíram. Basta dar uma passada em Jupi, Caetés, São João, Capoeiras, Angelim ou Lajedo para ver a diferença. Nas zonas urbanas destes municípios se constrói como nunca, surgem "vilas" e bairros novos.  Em algumas áreas você se depara com verdadeiras mansões antes só possível em lugares como Garanhuns ou centros maiores. Até na zona rural você se depara com uma paisagem nova: mocinhas e rapazes se vestindo tão bem quanto os jovens da cidade, motos, celulares, computadores e melhorias na alimentação. Muitas pessoas desse nosso Agreste, que antes não conseguiam fazer nem mesmo o segundo grau, hoje estão cursando faculdade na UPE, na UFRPE e na AESGA. Gente inclusive do sítio. Essa "revolução" é de 8 anos para cá e resulta das políticas públicas adotadas pelo ex-presidente Lula e que têm continuidade no governo de Dilma Roussef. Mas tem muito letrado, fanático ou elitista que não vê o que está diante dos próprios olhos. O Brasil mudou, melhorou, no entanto uma minoria queria tudo como antes: uns poucos muito ricos, uma classe média no sufoco e os pobres constituindo a maioria, sem poder sonhar com nenhum conforto ou bem reservado aos "bem nascidos". (Na foto a cidade de Caetés. Foi uma das que mais cresceu nos últimos 10 anos. Boa casas residenciais, carrões e o fortalecimento do comércio são uma realidade lá, como também nas outras citadas).

4 comentários:

  1. Realmento Roberto, a região do agreste cresceu significadamente...moro em Caetés e vejo que a cidade cresceu muito nos últimos 8 anos é construção para todo lado, os imóveis cada vez mais valorizado, o poder aquisitivo da população cada vez maior, onde antes quem tinha bicicleta hoje tem moto...até mesmo minha família que antes vivia sem condições alguma, depois da era Lula melhoramos de vida bens q antes a gente nem poderia sonha hoje é realidade na nossa propriedade, um exemplo é internet que hoje temos entre muitas outras coias que conquistemos nos últimos anos...
    Parabénss por essa reportagemm!!!
    ABS.........

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  2. Não confundamos crescimento econômico com desenvolvimento humano. Apesar das melhorias sociais advindas do: aumento real do salário mínimo, expansão do crédito, acesso aos bens de consumo, etc; padecemos de grandes mazelas. A principal delas na minha opinião é a Educação. Professores despreparados, mal valorizados, sem estimulo e a grande quantidade de cursos de nível superior sem critério algum na seleção de seus professores e alunos, formando profissionais sem a mínima formação exigida.
    Lógico que temos que louvar todas as melhorias e avanços alcançados por nosso povo. Porém não podemos esquecer, dos graves problemas na área da saúde, segurança pública (drogas, violência).
    Educação e Cultura são os dois fatores principais para que uma nação realmente se desenvolva, valorizando seus verdadeiros artista, conhecendo sua identidade, formando cidadãos conscientes do seu papel em sociedade respeitando o próximo e lutando por seus direitos.

    Antônio Alexandre, Recife-PE

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  3. Se Caetés está na reportagem como exemplo de crescimento, imaginem vocês, se Caetés tivesse um gestor honesto, que se preocupasse e respeitasse o povo. Se o dinheiro que vem para Caetés, servisse para o prórprio município, e não para bancar campanhas em Garanhuns, e o luxo da família do ex prefeito, Caetés estaria de vento em polpa.

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  4. Meu blog é também recheado de anônimos, igual ao do Roberto. Vejam porque eu defendo tanto o anonimato. Na hora que estou escrevendo apenas havia três comentários. Um do ABS (penso que não é freio de carro, mas poderia ser e não importa), outro era o Antônio Alexandre, e ainda outro o Itamar Casuarina. Todos poderia ser anônimos, e qual a diferença entre eles? Apenas que o ABS, igual à postagem do Roberto, dão ênfase aos últimos anos, como convêm a qualquer político admirador do lulo/petismo com o Roberto, e de uma forma completamente equivocada.

    Eu poderia dizer que todo este progresso, se ele realmente existe, deve-se à base que o Fernando Henrique deu à economia, que permitiu a Lula, além de mantê-la ampliar seus programas sociais. O Antônio Alexandre, o mais correto, ainda tenta enfatizar os últimos anos de progresso mas pelo mesmo ver o marasmo em nos encontramos em educação, saúde e segurança, que só os dilmistas não vêem.

    O Itamar Casuarina cita o caso de Caetés, que fica mais para o amigo Zezinho comentar, e eu não posso dele discordar.

    O fato é que enquanto ficarmos com esta de não ver o óbvio, que é que Lula não poderia fazer nada se o FHC não tivesse dado a base, que teve de consertar do escangalhamento vindo o governo Sarney e Collor, nada poderia ser feito nem mesmo em termos da pífia distribuição de renda, que foi mais entre as próprias classes baixas do que entre verdadeiro mente ricos e verdadeiramente pobres. Os ricos, no governo Lula (leia quase tudo os bancos) ficaram muito mais ricos, e os pobres um pouco menos pobres, enquanto a classe média inchou, a custa de crédito fácil e programas habitacionais fajutos (as casas já começam a cair).

    A realidade é quase sempre mais dura do que podemos sonhar, quando se trata da política deste país. Eu, como classe média, mudei muito pouco nos últimos oito anos. Mas, isto seria outra história e não sei nem se este comentário que era para ser de 5 linhas (onde diria que não importa o nome do anônimo e sim o que eles dizem) já tem muitas mais. Desculpe Roberto, mas ainda não estou curada da minha prolixidade.

    Lucinha Peixoto (Blog da Lucinha Peixoto)

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