Lorena era uma mulher trans, residente em Canhotinho, Lindomar reside na Cohab II em Garanhuns.
Quando da morte de Lorena, a quadrilha junina Raízes do Nordeste, da qual ela participava, lhe fez uma homenagem, durante o Festival de Inverno.
Assim que o corpo dela, que tinha 25 anos, foi encontrado, familiares e amigos levantaram a suspeita de que tinha sido vítima do crime de transfobia.
A polícia civil de Pernambuco agiu rápido e está de parabéns.
Lindomar, já preso, acabou confessando o crime.
Ele teria tido relações com a vítima e depois matá-la. O assassinato não foi cometido no açude, mas em outro local.
A intenção do tatuador, ao levar o corpo para o Açude Novo, foi de ocultar o cadáver para dificultar as investigações.
*Fotos: Blog Agreste Violento


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