Na década de 60, em Garanhuns, Amílcar Valença era o azarão, na disputa política.
Os adversários, fortes, esnobaram o candidato da oposição, chamando-o de "matuto de São Pedro".
O doutor, candidato pela situação, tinha o apoio do prefeito, do governador e do presidente da República.
A campanha do matuto "pegou fogo" e ele venceu em todas as urnas, fato só repetido por Sivaldo, em 2024.
Amílcar, na década de 70, ainda se elegeu prefeito de Garanhuns outra vez.
Fato parecido aconteceu em Capoeiras, em 1988.
José Valtaso, o Válter, tinha sido bom prefeito e tentava voltar ao poder. Entrou na campanha como favorito, mas o adversário, o veterinário Antônio Carlos Vieira começou a crescer.
Num comício, Valter cometeu um erro. Disse que não perderia a eleição para "esse Dr. Batata".
O apelido pejorativo foi dado porque Antônio Carlos tinha uma plantação de batatas e andava distribuindo o alimento com o povo.
A partir daí o apelido pegou e virou grito de guerra. "Dá-lhe Batata" só era o que se ouvia.
Antônio Carlos derrotou Valter com mais de mil votos de diferença, uma vantagem bem significativa para a época.
Até hoje a maioria das pessoas só chamam o veterinário de Batata.
*Na foto o ex-prefeito de Garanhuns, Amílcar da Mota Valença.
Amílcar deve ter sido um grande prefeito também, muito bom, por isso temos que presar a democracia, acho que naquela época não era um país democrático, mas deve ter sido disputado em comícios e votação, apesar de ter sido em cédulas de papel e depositadas em um malote, mas hoje é muito mais seguro 🔐, porque é a urna eletrônica e ninguém pode trocar as urnas aonde um candidato é fortíssimo e termina perdendo, porque poderá ser trocado os votos das pessoas para um outro candidato, oposição deve existir sempre, mas hoje é muito mais seguro as eleições, ainda bem e graças a Deus, apesar que tem muita gente contra, não sabemos se é por serem mesmos desinformados ou são maliciosos desonestos para voltar cédulas de papel.
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