Com a definição do Tribunal Superior Eleitoral de que o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 o político de extrema direita está impedido de disputar eleição até para vereador.
Dias atrás, antes do TSE começar o julgamento, o extremista admitiu disputar o mandato de vereador no Rio de Janeiro.
Mas com o voto da ministra Carmem Lúcia, que formou maioria, Bolsonaro está impedido de disputar qualquer cargo público, seja vereador, deputado, senador ou presidente da República.
O julgamento no Tribunal Superior Eleitoral ainda não terminou. Mas o placar de 4 x 1 não pode ser revertido.
Faltam votar os ministros Alexandre de Moraes e Nuno Marques. O primeiro também deve apoiar a condenação do ex-presidente.
No voto que selou o destino de Bolsonaro, Carmen Lúcia disse que o então presidente não respeitou o Poder Executivo e agiu para "solapar" o sistema eleitoral brasileiro.
Em artigo publicado no Portal UOL, o jornalista Jamil Chade avaliou que a inelegibilidade do ex-presidente abala direita mundial. A repercussão da decisão do TSE, portanto, extrapola as fronteiras do Brasil.
*Foto: UOL

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