Vice-presidente do Conselho
Regional de Medicina em Pernambuco (Cremepe), o médico Pedro Passos esteve em
Garanhuns para fiscalizar a Unidade de Tratamento de Covid do município e saiu
da cidade rasgando elogios ao que viu.
Hoje pela manhã, no programa
de Gláucio Costa, na Rádio Marano FM, o Dr. Pedro revelou suas impressões da
UPA da Covid localizada na Cohab II, reconhecendo que teve uma grata surpresa. “Os
equipamentos, a equipe médica, os equipamentos, tudo de excelente qualidade”,
disse ele na emissora garanhuense.
Fiscalização do Cremepe foi
feita por conta de acusações ou insinuações de que a UPA Covid não funcionava
bem. Gláucio Costa levou ao ar um depoimento de um senhor da zona rural do
município falando que a mãe morreu na unidade de tratamento, que segundo ele
estava funcionando de forma errada.
O profissional do Conselho
Regional de Medicina explicou que a Covid é uma doença perigosa, que atinge de
forma diferente cada pessoa. Assim, a seu ver os médicos podem não ter tido
nenhuma culpa no óbito.
Ele lembrou que os profissionais
de saúde estão trabalhando no limite, dando tudo de si, mas ponderou que nem
sempre é possível salvar uma vida. Reiterou que a unidade de saúde de Garanhuns
funciona bem e aconselhou a população a acreditar no serviço prestado,
alertando que quem tiver sintomas de Covid deve procurar ajuda médica e se for
o caso buscar tratamento na UPA do município.
Com relação a setores da
imprensa que estão endossando as críticas aos médicos de Garanhuns e até
criando pânico na população, Pedro Passos afirmou que estão cometendo crime sanitário
e podem até ser presos pelas atitudes irresponsáveis.
No mesmo programa de Gláucio
Costa, no dia anterior, o promotor Domingos Sávio já havia alertado para essa
questão. Representante do Ministério Público informou que acompanha as
notícias, reconhecendo que algumas pessoas têm sido irresponsáveis ao noticiar
fatos ligados à pandemia, fazendo acusações sem provas, de forma leviana.
Tanto o promotor quanto o representante
do Cremepe deram a entender que providências serão tomadas com quem age de
forma impensada e comete o que Dr. Pedro chamou de “crime sanitário”.

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