O Brasil tem o maior número de mortes por Covid,
depois dos Estados Unidos, e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, não vê
razão de pressa ou angústia para começar a vacinar a população.
O número de óbitos no país já ultrapassou 182 mil,
mas parece que para o ministro e seu chefe são apenas números, é mera
estatística. Assim, por que se preocupar?
Lembro que antes da pandemia chegar entre nós a
Espanha e a Itália assustavam o mundo com mil mortes por dia devido à doença.
Passados oito meses a Itália contabilizou até agora
65. 857 óbitos e a Espanha 48.596.
Os dois países têm população bem inferior a do
Brasil, mas se fizer a conta das vítimas por cada milhão de habitantes se vê
que a situação aqui é ruim mesmo.
Pior só nos Estados Unidos, onde mais de 300 mil
pessoas já perderam a vida por conta da pandemia.
A China, onde tudo começou e que tem uma população
muito superior à brasileira, a Covid matou até o momento menos de 5 mil
pessoas.
De acordo com cientistas, médicos e autoridades de
saúde de diversos países o Brasil lida pessimamente com a pandemia.
E temos um ministro, caros leitores (as), que não
vê razão de se apressar em vacinar o povo.
Depois ainda tem quem considere exagero ou coisa de
esquerdista avaliar o governo que temos como genocida.
Mas afinal o que é genocida, já que se fala tanto
disso? Segundo os dicionários é quem ordena ou possibilita o
extermínio de um grande número de pessoas.
Muitos, porém, acham “que tudo está no seu lugar”.
Como cantava o Benito de Paula, nos anos 70, e ainda dizia: “Graças
a Deus!”.

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