segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

MISS UNIVERSO DÁ UMA TAPA NO RACISMO


México, África do Sul e Porto Rico na final do Miss Universo

Resultado do concurso de Miss Universo, disputado neste domingo (8), em Atlanta, nos Estados Unidos, foi uma tapa no racismo e preconceito contra os que moram nos países periféricos.

Como Miss Universo 2019 foi escolhida a sul-africana Zozibini Tunzi, de 26 anos, que logo depois da vitória deu entrevistas demonstrando orgulho por ser negra e por representar seu país na competição.

O segundo lugar ficou com Madison Anderson, de Porto Rico, pequeno país da América Central.

Sofia Aragón, do México, conquistou o terceiro lugar.

Para quem não sabe, o México é discriminado até nos filmes pelos Estados Unidos, país vizinho.

Dois estados americanos importantes, o Texas e a Califórnia já foram território mexicano.

Brasileira Júlia Horta ficou entre as 20 mais bonitas das 88 candidatas que disputaram o Miss Universo.  Ficou fora da final, no entanto.

Vitória da sul-africana foi comemorada em várias partes do mundo, inclusive no Brasil, onde defensores dos negros (as) expressaram sua alegria pelas redes sociais.

RACISMO - Aqui no país, no mesmo final de semana que consagrou Zozibini Tunzi,  o apresentador e empresário Silvio Santos foi acusado de racismo contra Jennyfer Oliver, que participou de um quadro em seu programa.

Segundo registra hoje a imprensa nacional, Silvio mudou as regras durante o programa para impedir a vitória de Jennyfer no quadro “Quem Você Tira”, por conta da cor da participante. 

Um comentário:

  1. Não tem ninguém mais racista do que esses histéricos que se dizem contra o racismo!

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