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sábado, 8 de junho de 2019

GREVE GERAL DEVE PARAR O BRASIL NA SEXTA, DIA 14


Movimentos sociais querem literalmente parar o Brasil, na próxima sexta-feira, dia 14.

A paralisação é contra a reforma da previdência social e agenda do Governo Bolsonaro, que segundo os setores envolvidos na mobilização retira direitos dos trabalhadores e dos mais pobres.

Segundo Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores, CUT,  nas grandes cidades a greve é assunto obrigatório nos pontos de ônibus, metrô, no comércio, nas escolas, dentro das fábricas, nos bancos e nas ruas. “A reforma prejudica a maior parte da sociedade brasileiras. A situação, que já está ruim, vai piorar”, prevê o dirigente sindical.

Paralização do dia 14 tem o apoio da CUT,  movimentos sociais diversos, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),  Frentes Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo, além de outras entidades, artistas, estudantes e jornalistas da imprensa independente.

Na avaliação de Vagner Freitas um sistema que obriga o trabalhador a contribuir sozinho, e por muito mais tempo, para garantir a sua aposentadoria, enquanto o Estado e os empresários em nada contribuem, é sistema injusto. “Não se trata somente de a reforma dificultar o acesso, reduzir o valor e ampliar o tempo de contribuição à aposentadoria.  A proposta do Bolsonaro também destrói o sistema de seguridade social que garante aos trabalhadores e seus familiares auxilio em episódios de doença, invalidez, viuvez. É por isso que o Planalto está gastando milhões em propaganda mentirosa para dizer ao povo que a reforma combaterá privilégios. Mentira, só penalizará os trabalhadores e mais pobres”, detonou o presidente da CUT.

Um fato que deve contribuir muito com o sucesso da paralização do dia 14 é a adesão dos caminhoneiros. Pesquisa feita na categoria indica que 70% dos motoristas de veículos pesados irão cruzar os braços na próxima sexta-feira.

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