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sábado, 20 de maio de 2017

TEMER TENTA GANHAR TEMPO, MAS PERDE O APOIO DO PSB

Num pronunciamento feito hoje à tarde, no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer (PMDB), tentou ganhar tempo, solicitando ao Supremo a suspensão de investigação contra ele,  por supostos crimes de responsabilidade.

O pedido de investigação foi feito pelo procurador da República, Rodrigo Janot, com base em gravações feitas pelo empresário Joesley Batista, da JBS, entregues durante a semana ao ministro Edson Fachin, detonando uma crise política sem precedentes no governo.

No discurso de Temer, neste sábado, ele tentou desqualificar o áudio, disse que o material foi editado para lhe incriminar e determinou que fosse feita uma perícia pelo Serviço de Inteligência da presidência, de modo que a investigação só prossiga depois dessas novas análises das gravações.

A Procuradoria Geral da República se pronunciou informando que antes de enviar o material para o Supremo mandou realizar perícia nos áudios e assegurou que as partes comprometedoras dos diálogos entre o presidente e o empresário são autênticas.

O Jornal Nacional da TV Globo, mostrou contradições (ou mentiras) no discurso de Michel Temer e ainda ouviu dois peritos que confirmaram a autenticidade das gravações apresentadas por Joesley.

Alguns governistas defenderam o presidente e também tentaram desqualificar as gravações, mas integrantes dos partidos da oposição, como a Rede e o PSOL criticaram o presidente e acham que ele praticou crimes de responsabilidade e precisa pagar por eles.

Também neste sábado o Partido Socialista Brasileiro esteve reunido em Brasília, com a presença inclusive do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e decidiu romper com Temer.

A partir de agora o PSB vai fazer oposição à gestão peemedebista.

O ministro pernambucano Fernando Filho, que é filiado ao Partido Socialista, não é considerado uma indicação da agremiação política de esquerda, por isso caberá a ele pessoalmente decidir se continua ou não no cargo.


O PSDB e o DEM continuam apoiando Temer, mas o diretório dos tucanos no Rio de Janeiro se posicionou contra o presidente, porque não vê condições dele continuar comandando o Brasil e defendeu sua renúncia.

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