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sexta-feira, 28 de abril de 2017

RADIALISTA CORTA PADRE EMERSON AO VIVO NA MARANO PORQUE O SACERDOTE SE POSICIONOU A FAVOR DA GREVE

Recebemos e-mail do Professor Carlos Catão que revelou um capítulo triste do jornalismo garanhuense, hoje à tarde, na Rádio Marano.

Roberto meu amigo, Saúde e Paz pra você.  Estava agora há pouco ouvindo o programa jornalístico da Marano e ele o (jornalista) Marcelo Jorge cortou a fala ao vivo do Padre Emerson - na hora que ele estava explicando o porquê a Igreja estava a favor da greve.  Sem nenhum motivo ou interferência, só por não comungar com os fatos, o qual ele deixa muito claro que não comunga com os movimentos contrários a esse governo Temer. Achei uma falta de respeito, ao Padre, à jornalista que estava ao vivo e ao público que estava atento ao programa. Fica aqui meu repúdio, com essa falta de profissionalismo e respeito.

Forte abraço meu amigo.


Carlos Catão


Nossa solidariedade também ao padre José Emerson. O religioso está acima dessa pequenez e daqueles que desconhecem o valor da verdadeira democracia.

8 comentários:

  1. Quem conhece o radialista Marcelo Jorge sabe da sua idoneidade e o seu bom caráter como cidadão e profissional.Se houvesse uma tendência do profissional em selecionar quem fala ou não no seu programa " Falando com o Agreste", dá rádio Marano, já não colocava no ar o Padre Emerson ou outro qualquer.A característica maior do programa é ouvir os dois lados da noticia como bem diz o bordão do programa.Normalmente quando acontece de uma ligação cair, principalmente quando temos operadoras inoperantes, é algo muito comum principalmente em Garanhuns,e isso acontece restabelece-se a ligação para continuara conversa.Mas, no rádio tem-se hora para cumprir e só se extrapola um determinado horário de um outro programa , quando a notícia ou o fato é extremamente relevante, o que não aconteceu quando dá entrevista com o Padre Emerson. Fica aqui a minha observação no blog, esse sim extremamente tendencioso e que só ouve o lado que lhe convier.Isso tanto é verdade que o colega Jornalista não se preocupou em ligar para o Marcelo Jorge ou para saber o que houve, ou seja, prática do mal jornalismo, e que em Garanhuns e região todos o conhecem.

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    1. Como você não sabe nem português, irmãozinho de Marcelo Jorge, eu vou dar uma dica: a expressão correta é "mau jornalismo" e não "mal jornalismo", como você escreveu. Aprendi no antigo ginásio, no Colégio XV, que mal é o contrário de bem e mau o contrário de bom. Assim, não existe mal jornalismo e sim bom jornalismo, que é o que faço por que tenho coragem e não vivo de puxar o saco da direita imunda brasileira.

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    2. Caro Roberto Almeida: - Emissoras de rádio e outros meios comunicação têm seus Marcelos Jorge! - Esse tal de Marcelo Jorge fez igualzinho a uma reporterzinha da Rede Globo há algum tempo! Quando a tal repórter entrevistava Anthony Garotinho, este fez alusão aos maus (ruins) exemplos da Globo, por sonegar impostos etc. - Imediatamente a dita repórter cortou a fala de Garotinho e encerrou a entrevista, dizendo: "a Globo 'paga' seus impostos"! - MENTIRA deslavada!! – Assim, esse tal de Marcelo Jorge faz MAU jornalismo (de má qualidade, rasteiro)!! – Ser parcial na imprensa é ser MAU profissional de imprensa!! /.


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  2. Falta de respeito e serciar o direito de ir vir das pessoas,falta de respeito e dizer que o colégio diocesano e mantido pela diocese, onde na verdade é mantido pela mensalidades pagas pelos pais dos alunos, que aliás assinaram contrato de prestação de serviço que no dia de hoje não foram cumpridos caracterizando quebra de contrato.
    A igreja pode interromper suas atividades enquanto igreja, Mas não tinha o direito de parar a título de prestadora de serviço de ensino regida por contrato isso é um absurdo.

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    1. O Padre Emerson não estava na manifestação como diretor, e sim como sacerdote que como tal deve fazer opção preferencial pelos pobres. E acredito que se fosse perguntar aos alunos e seus pais eles diriam que por uma causa maior poderiam parar, até porque grande parte irão se prejudicar com esta reforma da previdência. Seria uma aula de democracia. Se ilude quem só pensa que só se aprende nos bancos escolares.

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  3. É bem verdade que violei uma regra básica da gramática que não costumo infringir normalmente, mas num momento de irritação fiz. Não estudei num colégio burguês como você,que só endossa o conceito dá chamada esquerda caviar, mas o colégio público me ensinou o mesmo que você.Mas como na comunicação o mais impostante é se fazer entender, espero que sua inteligência superior tenha entendido a minha colocação ao seu desrespeito em relação aos seus colegas de imprensa.

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    1. Vixe. Agora o irmão fala pelo irmão e, vice e versa.
      É melhor ser esquerda caviar, entendo aqueles que mesmo tiveram o privilégio de estudar em colégios "burgueses", mas se sensibilizam pelos mais pobres, colocando seus conhecimentos a serviço de uma sociedade igualitária, do que aqueles que mesmo sendo pobres, esquecem suas origens e ficam do lado dos opressores. Como diz Paulo Freire: " Numa educação opressora, o sonho do oprimido é ser opressor"

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    2. Então confessou que não foi seu irmão que saiu em sua defesa. Usou o nome do mesmo, claro que com seu consentimento, mas pra desfaçar adeptos do seu discurso.

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