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domingo, 28 de agosto de 2016

OS PADRES NA POLÍTICA DE SÃO BENTO DO UNA

Em São Bento do Una são apenas dois os candidatos à prefeitura: Débora Almeida (PSB), que disputa a reeleição e Washington Cadete (PTB), representando a oposição, que defende mudanças no Governo Municipal.

Interessante na política de São Bento é a força dos padres. José Aldo Mariano voltou a exercer o sacerdócio, não deu declaração a favor de nenhum dos candidatos, mas tirou fotos ao lado de Washington e essas vêm sendo largamente utilizadas na campanha.

A prefeita Débora Almeida, por seu lado, tem recebido abertamente apoio dos Padres Fábio e Gabriel, o atual e o ex-pároco. Participam até de caminhadas do grupo socialista.

Com a presença dos dois sacerdotes no município “fazendo política partidária”, os oposicionistas se sentem prejudicados e defendem um posicionamento do bispo Dom Paulo Jackson, uma vez que está havendo uma divisão dos fiéis. “Seria a política mais importante que a união e o trabalho de evangelização da Igreja Católica?”, questiona um simpatizante da candidatura de Washington Cadete.

5 comentários:

  1. José Fernandes Costa28 de agosto de 2016 13:08

    Os padres e pastores em geral são seres políticos. - Não é nada demais que eles tenham suas preferências por determinados candidatos. - Apenas, o que manda o bom senso é que os sacerdotes não façam comícios político-partidários, nem saiam em caminhadas ao lado de candidatos. - E mais: o que seria inadmissível seria um sacerdote utilizar-se dos atos religiosos para recomendar aos presentes ao ato, que votem em fulano ou sicrano. - Mas isso eu já vi aqui em Recife; vi, também, um arcebispo católico em Aparecida (SP), mandar que "pisassem na cabeça da jararaca...", citando Lula como sendo a jararaca que deveria ser exterminada (nas palavras do tal bispo); vi isso, ainda, em Bom Conselho, na eleição recém-passada. - 2. Se os três padres de São Bento do Una estivessem ao lado candidato da oposição, o simpatizante dele não teria feito aquela pergunta; tampouco, queria ele ou queriam eles que o bispo de Garanhuns interviesse para impedir os padres de se posicionarem em favor dessa dita oposição. - Concluo DANDO RAZÃO AOS TRÊS PADRES!! - É ISSO

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  2. PORQUE PADRE FÁBIO SAIU DE BREJÃO ?

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  3. A igrteja do século XV retornou à São Bento do Una. Padres, igreja e os negócios do município, estão entrelaçadas. É uma vergonha o Bispo permitir isto. Os padres se utilizam da força da fé, do respeito ao religioso e se aproveitam para oferecer apoio político, e neste caso específico, sabem todos em São Bento que há interesses financeiros por trás. /Deixei de ir à igreja.

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  4. A manifestação política explícita de um padre pode causar divisão na população cristã católica da cidade. Ao se envolver em política, as pessoas criam desavenças ou até desfazem amizades apenas pela futilidade de sair correndo atrás candidatos... imagine quando, atrelado a isso, está um padre que detém alta representatividade como membro da Igreja e da população católica. Espero que o bispo tenha conhecimento desta notícia e intervenha nessas atitudes dentro de nossa Diocese.

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    1. Quando um pessoa decide servir a DEUS nao se deve ter partido, a nao ser e somemte ser o de JESUS,quando nós fieis se deparamos com esse tipo de situaçâo,nos intristece por vimos aonde realmente essas pessoas por nao se contentarem com o que DEUS deu e mais confiou,ficam buscando mais prestigio e dinheiro....ja ta no tempo da igreja CATÓLICA dar um basta nisso, pricipalmente em SAO BENTO DO UNA...Fica a dica para o bispo que é um homem sensato,integro e humilde....que pena que os padres nao se espelham nesse homem de DEUS que é DOM PAULO ...

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