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terça-feira, 9 de agosto de 2016

COMPESA RESOLVE O PROBLEMA DAS BOMBAS DAS BARRAGENS E GARANHUNS AGORA TEM ÁGUA À VONTADE

Os investimentos realizados pelo Governo do Estado e Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), nos últimos anos em Garanhuns, aliados aos níveis satisfatórios das barragens locais, permitiram o fim do racionamento de água na cidade.

Até abril deste ano, Garanhuns era abastecida por regime de rodizio de dois dias com água e oito dias sem. Isso ocorria porque as bombas do   Sistema Cajueiro (estações elevatórias) já apresentavam desgaste natural e precisavam ser substituídas.

A Compesa adquiriu quatro novas bombas de elevada potência, um investimento de R$ 1 milhão. Dos quatro equipamentos, dois já foram instalados e, desde então, os moradores da cidade passaram a receber água todos os dias, sem rodízio.

Os demais equipamentos estão sendo instalados e serão usados como reservas para oferecer maior confiabilidade operacional do Sistema Cajueiro, responsável pelo atendimento de 53% do atendimento da população da Suíça pernambucana.

Segundo o diretor Regional do Interior, Marconi de Azevedo, desde a operação das novas bombas, não há mais interrupção no abastecimento da cidade. 

A vazão de água em Garanhuns passou de 380 litros por segundo para 420, após a troca desses equipamentos. Este aumento representou o incremento de mais de 10% na produção total do sistema, beneficiando um total de 130 mil pessoas.


“A realidade de Garanhuns hoje é privilegiada dentro do contexto de uma região que detém o pior balanço hídrico de Pernambuco e do Nordeste. As chuvas ocorridas neste primeiro semestre na região das barragens que atendem o município deixaram a cidade em uma situação melhor em relação a outras do Agreste, que estão sofrendo com a estiagem”, comentou Marconi Azevedo.

*Texto da Assessoria de Imprensa da Compesa, com pequenas modificações de responsabilidade do editor do blog.

Um comentário:

  1. Água direto 24 Horas sem parar é um perigo. A COMPESA tem que ver que vivemos em uma região que tem seca e fornecer água direto pode futuramente colocar as barragens em colapso. Vejam o exemplo de São Paulo que esta em uma crise de água terrível e não sabe onde buscar água. Tem que haver rodízio de abastecimento sim, para que futuramente não venhamos a sofrer com excasses de água. A compesa tem que ver também os vazamentos na cidade. Angelim por exemplo parece mais queijo suíço, vazamento em todas as ruas.
    Jonathas

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