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sexta-feira, 1 de julho de 2016

O FIG SEGUNDO GIVALDO CALADO

Por Givaldo Calado

6 de julho de 1990. Nesta data o Garanhuns Palace Hotel abria suas portas pela primeira vez.
13 de julho de 1991. Nesta data começava o I Festival de Inverno de Garanhuns.
Ainda hoje, um e outro, novinhos, em folha. Porque, permanentemente, reinventados. Reinvestidos. Portanto, revigorados. Reoxigenados...E, a cada ano, com uma surpresa a mais. Daí, modernos. Contemporâneos. Feitos para atender às exigências dos que a eles acorrem.

Na I edição do Festival de Inverno, o seu palco principal, instalado ao lado do nosso Centro Cultural, tinha uma estrutura modesta. Quase insignificante, se formos comparar com a estrutura dos palcos de que dispomos, hoje. Mas, nem por isso, deixou de ser grande, como que a sugerir e apontar à marca de suas próximas edições.

Naquela edição do FIG, Alceu Valença, Zé Ramalho, Dominguinhos... brilharam. E durante os 16 dias do Festival, Garanhuns recebeu milhares de turistas. Turistas que acorreram a nossa cidade para conferir a sua beleza. Encantarem-se com a hospitalidade de nossa gente. E assistirem ao advento daquele que seria o maior Festival Multicultural da América Latina. Turistas que trouxeram dividendos à cidade. À sua gente. Do pequeno ao grande. Como sempre digo: do flanelinha ao grande empresário.

Estive presente àquele I Festival de Inverno. E, na minha memória, a presença de Nelson Mota. Que estava ali como curador. Ele, que é grande jornalista, escritor, compositor, roteirista, produtor musical e letrista. Ele não sabia que estaria assistindo ao nascimento daquele que seria o maior Festival Multicultural da América Latina.

O Festival de Inverno de Garanhuns nascera com 16 dias, de 13 a 28 de julho. Da sua V edição, em diante,já cobrávamos o seu reconhecimento como “Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco”. Que terminou acontecendo, anos depois. Tamanho o seu sucesso. Tamanha a sua grandeza. Tamanha a sua consolidação. Precoce, por certo.


Anos seguintes, já falávamos em cobrar o seu reconhecimento como “Patrimônio Cultural Imaterial Nacional”. Pensávamos em atrair mais turistas para nossa cidade, a fim de conhecerem a nossa gente. Provarem do nosso clima. Divulgarem a nossa cidade. E, com o Festival, contemplarem o nosso do inverno. Visionários? Exagerados? Não. Absolutamente, não. Mas, se quiserem que o digam. Ai do mundo não fossem os visionários. Os exagerados. Os apaixonados... É que apontávamos para nossa economia. É que focávamos a geração de emprego e renda à nossa população. 

3 comentários:

  1. UM ARTIGO TÃO POSITIVISTA, QUANDO NA VERDADE, CONVIVEMOS COM UMA FUNDARPE(REFERINDO-ME À PRAÇA GUADALAJARA) QUE HÁ MUITO TEMPO TRATA O CIDADÃO GARANHUENSE COMO MOLEQUE DE RUA...

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  2. O BLOG DE RONALDO CESAR VEM COM UM ARTIGO, HOJE, DE SUA AUTORIA, SOBRE O FIG, DIGNO DE APLAUSOS E QUE TODO GARANHUENSE QUE DEFENDE ESSA PORRA DE FESTIVAL DEVERIA LÊ-LO!!! NOTA DEZ SEM COMENTÁRIOS...

    P.S1.: - Tem gente(leia-se: poder público municipal com suas respectivas secretarias envolvidas no FIG e à amaldiçoada FUNDARPE), que vive o que a psicanálise poderia definir como fase de negação. Não admite falar em culpa...

    P.S2.: - Daqui mandamos uma frase bem pixototinha, mas recheada de raivinha: Olha, vocês aí, dos podres poderes!!! Se acham que a competência custa caro, continuem experimentando, cotidianamente, há 26 anos, a vossa incompetência.... TRADUZINDO: incompetentes?!?!?! tudo que a competência faz é para ontem...

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  3. Prestem bastante atenção como nós somos tratados pela FUNDARPE: ela nos acabrunha, nos pisoteia, passa por cima dos nossos pitacos, nos oprime ao mundo da submissão sem poder falar e sem ter voz de comando de nada!!! Absolutamente de nada!!! Ela nos trata na base do faz de conta, apulso, de última hora, não nos atura!!! Acha um porre ter que nos suportar!!! - Só está faltando mesmo nos tratar nos esturros ou na porrada!!! - CHEGAM AO CÚMULO DE, baseada em seu rigor excessivo, a FUNDARPE juntamente com sua tropa de choque entenderam que, em razão de boa parte do FIG ser composta de execução e produção musical e na tentativa de compor uma sinfonia que expressasse o ápice da sutiliza, eles inovaram em 2016 ao anunciar o fomento de nossa fauna, quando será formada predominantemente por artistas genuinamente nordestinos. Isso mesmo, vomitaram que só contratam artistas se tiverem a certidão de batismo da Santa Igreja Católica dos rincões deste seco e sofrido Nordeste... De duas, uma: ou o nosso prefeito engoliu o vômito da FUNDARPE, ou então, os fundarpeanos estão de GOGA com "NÓIS!!!".


    P.S.: - Na essência, na verdade, somos intrusos submissos apenas à vontade e regras impostas pela FUNDARPE. Somente isso!!! Aliás, em se tratando de FIG, tudo depende da FUNDARPE. Por isso, não espere nada de nós, segundo os conceitos da FUNDARPE, seria em vão... Nada temos para acrescentar...

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