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terça-feira, 29 de outubro de 2013

A ESPERA DA NOIVA


Do jornalista Magno Martins:

Pesquisa para governador, do Instituto Maurício de Nassau, publicada ontem no JC, aponta o senador Armando Monteiro Neto (PTB) na liderança absoluta em todos os cenários e regiões do Estado, variando de 23% a 28%.

Os números batem com o levantamento do Instituto Opinião, feito com exclusividade para este blog, em setembro passado. Nele, o trabalhista se situa na faixa de 26% a 28%, saindo na frente no Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.
Se Armando larga de forma consistente, lá na frente pode estar até melhor se receber de fato o apoio oficial do PT. O ex-presidente Lula já deixou muito claro, em duas oportunidades, que o melhor caminho para o partido seria o alinhamento ao projeto de Armando.
Em Pernambuco, o PT não tem alternativa competitiva. Nome mais denso eleitoralmente, o deputado João Paulo não consegue romper a fronteira da Região Metropolitana.
Além do mais, vem de uma derrota como candidato a vice-prefeito na chapa de Humberto Costa, que ontem voltou a reiterar a necessidade de o partido ter candidato próprio.
Mas este é o discurso que o PT vai exercitar até próximo às convenções, por uma necessidade de afirmação e de valorização. Embora não tenha uma presença forte no Interior, o PT é a noiva mais cobiçada por Armando.
Até pelo fato de atrair ao seu palanque o ex-presidente Lula, cabo eleitoral que medirá a sua força e o seu prestígio com o governador Eduardo Campos, que continua fazendo o maior mistério quanto ao seu candidato.

Um comentário:

  1. Continuaremos na mesma. Com esses partidos dominados por caciques, representantes de famílias, a renovação dos quadros políticos nunca se dará. Os caras estão sempre "por cima da carne seca". Desde tempos imemoriais, sai o bisavô, entra o avô; sai o avô entra o filho e assim a coisa vai continuando per omnia saecula saeculorum. São sempre os mesmos oligárquicos que dominam a nossa política e para a família e amigos distribuir os melhores cargos na administração pública. É a continuação solerte do regime de capitanias hereditárias e da nossa triste herança ibérica. Em termos de Brasil, digo um solene não aos netos que querem porque querem o mais alto cargo da nomenclatura brasileira.

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