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terça-feira, 23 de agosto de 2011

JOANA, O PAPA QUE A IGREJA ESCONDE

Uma das histórias mais curiosas e controversas da Igreja Católica é a de Joana, que em plena Idade Média entrou num mosteiro, usando o nome de João Anglicus. Demonstrou desde cedo uma inteligência extraordinária, tendo se chocado com seu bispo, por não conseguir seguir à risca o dever da obediência. Um monge lhe passou muitos conhecimentos de medicina e graças a eles terminou em Roma, chamada para cuidar da saúde do Papa Leão IV. Com a morte deste foi aclamada como seu sucessor e teria comandado a Igreja durante cerca de três anos, com ações inovadoras e beneficiando o povo mais pobre. Existem livros defendendo que Joana existiu e chegou mesmo ao trono de Pedro. Outros, porém, acham que tudo não passa de lenda. Em 2009 o cineasta alemão Soenke Wortmann dirigiu o filme “A Papisa Joana”, claramente dando crédito a versão de que uma mulher um dia foi Papa. A obra cinematográfica dá a entender que a Igreja destruiu documentos para apagar da memória dos católicos a existência dessa representante feminina em Roma. Ela é apresentada no longa como um misto de santa e heroína, vítima, como Leão IV, de intrigas, invejas, ambições e tentativas de assassinato.Por trás de todo esse horror, estavam bispos e cardeais.

4 comentários:

  1. José Fernandes Costa23 de agosto de 2011 17:42

    Roberto: eu já sabia dessa história. Existem fatos e versões. Para esse imbróglio há várias versões ao sabor da Igreja Católica ou não. Mas não acredito que isso seja lenda. Basta nos lembrar de que Maria Madalena era repudiada pelos apóstolos. Estes tinham ciúmes terríveis de Madalena, por causa da amizade dela com Jesus. - As igrejas costumam esconder o que se passa dentro delas, quando tais coisas não lhes convenham. - A Igreja Católica sempre discriminou as mulheres. Por isso, NÃO admite, sequer, que uma mulher se ordene padre. Imagine dizer que houve uma mulher que chegou a ser papisa!!

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  2. José Fernandes Costa24 de agosto de 2011 00:06

    Complementando: - Os dogmas das igrejas se apóiam somente na fé. Nada é comprovado cientificamente. Até porque as igrejas sempre viveram às turras com as ciências. Lembremo-nos de Charles Darwin, que sofreu horrores por conta de sua Teoria da Evolução das Espécies! - Ou seja, as igrejas renegam as ciências. - Daí a pergunta: quem garante que São Pedro foi o primeiro papa da Igreja Católica? - Só mesmo a Igreja Católica e os católicos "fervorosos". 2. A Igreja Católica não aceita essa outra proposição, mas existe a versão de que Maria Madalena foi um dos apóstolos de Cristo. E que tanto ela amava o Cristo, quanto o Cristo a amava. Inclusive no plano físico-carnal, segundo alguns historiadores! - Como saber se são fatos ou versões?/.

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  3. Esses e outros fatos são encobertos até porque a limitação e fanatismo de alguns não o fazem enxergar a verdade ou questionar os dogmas e passagens da bíblia. A bíblia é vista de forma superficialmente pela maior parte das religiões.
    Jesus mesmo segundo alguns estudiosos tinha irmãos de sangue ( embora muitos fanáticos acha que Maria não manteve “relações conjugais” com José ou será que ela era estéril??? Só o fato de ter Jesus prova que não), outros que Maria Madalena era apóstola e também esposa do mesmo. Se as mulheres são tão castigadas na maioria da igreja é por receio de despertar a consciência da maioria das fiéis que começariam a se libertar de certos fanatismo e crenças errôneas. Jesus sempre teve o apoio até o fim de sua vida pelas mulheres que sempre o apoiaram e estavam para sempre lhe ajudar.
    Foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. A verdade, ignorada por muitos, é que Joana D'Arc não foi condenada por ouvir vozes (alguns dizem que ela era médium outras esquizofrênica. Segundo textos lidos sobre a santa ela dizia ouvir as vozes sagradas: São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida), mas sim porque se vestia de homem e por ser uma mulher a frente de seu tempo. Na época considerado um sacrilégio. Aliás, uma desculpa, visto que não se encontrou outra forma de condená-la à fogueira (queimada por corromper costumes).



    Roberta/pe

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