A ANTIGA PRAÇA DA BANDEIRA E ALGUMAS MEMÓRIAS DO COLÉGIO DIOCESANO


Por Roberto Almeida

Por volta das 11 horas desta última quinta-feira, passei pela Praça Monsenhor Adelmar.

Homens davam um trato nas plantas e achei o local bem cuidado, bonito.

Não sei se todas as nossas praças estão do mesmo jeito. Temos muitos locais lindos como este, a que dedico esta postagem: As praças Dom Moura, Souto Filho, Tavares Correia, os parques Pau Pombo e Euclides Dourado.

Todos esses espaços merecem ser bem cuidados, assim como outros locais de Garanhuns, cidade de muitos encantos.

A Monsenhor Adelmar, antes de ser rebatizada para uma justa homenagem ao Padre, era chamada de Praça da Bandeira.

Ao revê-la ontem, assim, de pertinho, observando cada canto, me vieram à memória os tempos de menino no Colégio Diocesano.

No Gigante da Praça da Bandeira eu fiz o antigo primário e o Admissão. Hoje tudo isso é ensino fundamental. Mais tarde, adolescente, depois de cursar o ginasial no Colégio Quinze, voltei para fazer no Diocesano o ensino médio (naquele tempo chamado de Científico). 

Quando pequeno eu morava na Rua XV de Novembro e saía cedinho para assistir as aulas. Tempos de inocência, de Jovem Guarda e ditadura, que na época em nem sabia da existência.

Estava mais preocupado em ler gibis e assistir desenhos na televisão, à época preto e branca.

Quando chegava no Colégio passava na Praça. A Monsenhor Adelmar e a Souto Filho estão presentes na minha vida desde a infância.

Talvez por isso as observo com um brilho no olhar.

Do Diocesano, além da praça, trago na memória os professores Lustosa, Álvaro, Lenice, Evando (grande torcedor do Náutico), Carlos e Luzinette Laporte.

Menino, nunca tive coragem de me aproximar do padre Adelmar.

Depois, adulto, tive e tenho ótima relação com o professor Albérico Fernandes, que ficou muito tempo na direção do colégio.

O atual diretor, Padre Aldo Mariano, é um velho novo amigo. Batizou três dos meus filhos, acompanhei sua entrada na política e as duas excelentes gestões como prefeito de São Bento do Una, minha cidade mãe, já que Capoeiras é filha da Terra do Bom Jesus dos Pobres Aflitos.

Se o Diocesano tem um alto padrão de civismo e de glória, a antiga Praça da Bandeira tem a leveza necessária para acalmar os jovens inquietos. E desperta lembranças nos que têm a sorte de viver muitos anos.

A foto abaixo,  embora não esteja tão legal, resolvi postar por ser atual. Foi tirada ontem, durante a caminhada que inspirou este texto.

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