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sexta-feira, 31 de maio de 2019

AS MANIFESTAÇÕES DE MAIO NO BRASIL


Cinelândia, no Rio, neste último dia 30

O Brasil teve três dias de manifestações neste mês de maio, que termina hoje.

No dia 15 estudantes foram às ruas para protestar contra o corte de recursos na educação. Dia 26 as manifestações foram para defender a agenda do Governo Bolsonaro. Neste dia 30 a pauta foi novamente a defesa da educação pública, do ensino básico às universidades.

Quem acompanhou a movimentação pela internet e televisão, leu artigos de jornalistas isentos e conferiu fotos publicadas no G1, UOL, Estado e Folha de São Paulo e outros órgãos de imprensa, sabe que as manifestações mais expressivas foram as do dia 15.

Os movimentos pró-Bolsonaro, no dia 26 tiveram menor participação popular, mesmo em relação ao dia/noite de ontem.

Alguns temiam que nesta quinta-feira os protestos fossem um retumbante fracasso, por conta da proximidade das datas. Mas não foi o que aconteceu.

Multidões estiveram nas ruas das grandes capitais, principalmente São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Brasília e Recife.

Também não é de estranhar que isso tenha acontecido. Jair Bolsonaro não ganhou a eleição nas ruas. Venceu com um programa mais convincente de televisão e por ter utilizado melhor as redes sociais para convencer o eleitor.

Uma coisa, porém, é a campanha. Outra é governar. Em cinco meses o presidente já perdeu milhões de eleitores porque sua gestão é confusa, com ranço ideológico, privilegia o capital e dá as costas para a classe média baixa e os pobres.
Largo da Batata, São Paulo

Os grandes meios de comunicação só não abandonaram ainda o governo porque têm interesse nas reformas, principalmente a da previdência social.

Mas a situação do governo não é boa e a impopularidade de Bolsonaro se aproxima da do ex-presidente Michel Temer.

Além do presidente não se mostrar um bom gestor os filhos atrapalham.

Somente um deles tem quase 40 imóveis em grandes cidades, segundo constatou o Ministério Público.

Como esse rapaz enricou em tão pouco tempo? Imóveis no Rio de Janeiro e outras capitais custam uma fortuna.

Lembrem-se que o ex-presidente Lula está preso por conta de um apartamento em Guarujá que nem é isso tudo. E nem ao menos conseguiram provar que o ap. é realmente do petista.

O Brasil não vai bem. Vivemos um retrocesso na área política e cultural e a economia também vai mal.

Dólar nas alturas, combustíveis cada vez mais caros, alta nos supermercados, salários aviltados.

Quem está satisfeito? São poucos, creio eu. Daí o que o presidente está perdendo as ruas e não sei até quando será possível se manter somente com a força do WhatsApp e do Twitter.

O presidente não agrada o Congresso, tromba com setores do Judiciário e apenas alguns aluados acham que se deve renunciar à democracia para dar carta branca ao Messias.

No dia 15 Jair Bolsonaro chamou os estudantes de “idiotas úteis”. Ontem preferiu não se pronunciar, cabendo ao MEC condenar os protestos do dia.

Dirigente da UNE, estudante Marianna Dias, fez a seguinte avaliação das manifestações de maio, após o ato desta quinta, no Largo da Batata, em São Paulo:

“A gente avalia que a manifestação do dia 26 (pró-governo) foi significativa, mas não queremos comparar os dias 15, 26 e 30. São propostas diferentes. Não queremos briga de torcida”, pontuou Marianna, demonstrando bom senso.

Logicamente esses movimentos não vão parar por aí. No dia 14 de junho já está programada uma greve geral no país. Dessa vez não serão somente estudantes e professores. Todos os trabalhadores estarão engajados e o Brasil pode parar, mais uma vez.

Até quando o governo aguenta, ou até quando a população suporta a “balbúrdia” não dá pra saber.

O Brasil está em ebulição desde 2013. Venderam a ideia que era só tirar Dilma que tudo iria melhorar. Com Temer piorou.

Na eleição o eleitorado foi convencido a derrotar o PT. Com Bolsonaro acabaria a corrução e o país ficaria melhor.

Não é o que está acontecendo. A insatisfação está no ar. Está nos lares, nas ruas. Impossível prever o desfecho de uma crise que já entrou para o sétimo ano.

Estamos numa nau desgovernada, mexeram num vespeiro e ninguém consegue controlar a situação. É cada um por si e se na campanha era “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, agora o que ecoa nas ruas é que Bolsonaro é ligado a milícias e inimigo da educação.

Parece que estamos numa guerra e ninguém sabe quando e como termina. (Roberto Almeida).

3 comentários:

  1. O que aconteceu no último dia 30(ontem) foi um show de vandalismo e destruição por parte dos chamados “ESTUDANTES”. Aliás, Os “incarnados” estrelados et caterva nunca tiveram um raciocínio LÓGICO e MATEMÁTICO senão a retórica ridícula acaba. São uns farsantes crônicos, além de cínicos... De MATEMÁTICA eles só entendem de contar dinheiro que no linguajar deles denomina-se PIXULECO!!! Já quando se trata de português, os estudantes de ataque e aplicados petralhas juntos com os comunas “incarnados” sabem muito bem conjugar o verbo ROUBAR, AFANAR, RAPINAR, SAQUEAR(ESTATAIS), SURRUPIAR E LARAPIAR... E mais: em todos os tempos e nos modos indicativos, subjuntivos e imperativo, além do modo verbal no particípio, gerúndio e infinitivo. Na gramática da ladroagem e no cinismo eles são notas 10!!!

    P.S.: No desastrado protesto(sem mortadela e sem 30 paus para cada um) Menos cidades, menos estudantes, mais MST, CUT, baderneiros e assemelhados...

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  2. Longe de mim, me auto denominar gramático ou professor de português. Até porque confesso que sou um sofrível da língua pátria de Camões... Mas numa passeata desse povo(leia-se baderna da putada), principalmente de “ESTUDANTES E PROFESSORES PETRALHAS” eu gosto de observar com bastante curiosidade ou olhos de lupa os cartazes dos esquerdinhas defensores do método Paulo Freire(?)...

    Ontem, entre tantos cartazes, observei um que dizia FORA BOLSONARO! Seria bom que os intelectuais da estrelinha vermelha soubessem que, escrito desse jeito, têm-se um pedido para que Bolsonaro FIQUE, já que esse “fora” aí colocado, sem o uso de uma vírgula que o transformaria em um vocativo, torna-se um advérbio. A leitura correta então seria, “COM EXCEÇÃO DE BOLSONARO”.

    Agora se os analfabetos que produziram esse arremedo de papel higiênico(como diz meu amigo Roque Nunes) quisessem dizer que eles querem Bolsonaro fora do governo, deveriam ter escrito FORA, BOLSONARO! com uma vírgula após a locução verbal e uma exclamação após o substantivo. Desculpem, também confesso que de minha parte é exigir demais... Cartazes escritos por patotas que veneram o MENAS LARANJA Lula cadeeiro é preciso que sejamos, também, toleráveis...


    P.S.: - A propósito, com o Lula nós aprendemos que o PT não rouba "MENAS", rouba muito mais!!!

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  3. ESSE GOVERNO DOS TRAPALHÕES ! ESSE IMITADOR DE HITLER NÃO VAI GOVERNAR ,ELE PENSA QUE PODE TUDO ,MÁS TA REDONDAMENTE ENGANADO ,ELE FOI POSTO LÁ POR UM BANDO DE REVOLTADOS ,SEM NOÇÃO ,MÁS NÓS VAMOS TIRAR ELE E O EXERCITO DELE ,ELES ACHAM QUE ESTÃO NOS ANOS 60 ,MÁS VAI CAIR ,EXERCITO NÃO FOI CRIADO PARA GOVERNAR ,O BRASIL PRECISA É DE LEI DE VERDADE QUE PUNA DO MAIS RICO OU BILIONÁRIO ATÉ OS PEQUENOS ,LULA SIM ERA UM ESTADISTAS ,OU QUERO DIZER ,! LULA É UM GRANDE ESTADISTA ,MESMO PRESO É DE BATER PALMAS

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