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terça-feira, 16 de abril de 2019

GUSTAVO HENRIQUE: PREFEITURA É INSENSÍVEL!


"Quem não fica indignado com a injustiça, não merece estar sentado na cadeira de prefeito", criticou o líder estudantil  Gustavo Henrique, ligado a Alfredo Gois e ao grupo do deputado federal Fernando Rodolfo.
Hoje (ontem) foi um dia estarrecedor para Garanhuns. Sem oferecer nenhum apoio ou suporte, a Prefeitura de Garanhuns, de forma irresponsável, quis despejar as famílias que residem no loteamento Rosa Mística, no bairro da cohab 2.

“Deixa eu ficar na minha casa”, disse uma moradora chorando.

Em nota, a Prefeitura de Garanhuns chamou de "infratores" a população que reside naquela área. A atual gestão demonstrou total insensibilidade com a dor e com o sofrimento do nosso povo. Quem reside naquela área que, de fato, é invadida não mora ali porque quer, mas, porque necessita, de fato. As famílias que residem naquele local não são criminosas, são pessoas de bem que a única coisa que querem é um lar.

Louvo a atitude do promotor Dr. Domingos Sávio que protocolou o pedido de suspensão da reintegração de posse movido pela Prefeitura de Garanhuns.

Quando se é eleito prefeito de uma cidade, o seu dever é lutar pelo desenvolvimento do município e garantir o bem estar do nosso povo. Eu esperava mais de quem foi eleito com 65% dos votos. Quem não fica indignado com a injustiça, não merece sentar na cadeira de prefeito.

Como diz Caetano Veloso: “Gente é pra brilhar e não pra morrer de fome”, concluiu Gustavo.

Um comentário:

  1. só uma perguntinha, quantos desabrigados o Jovem Gustavo Henrique abrigou em sua casa, já que ele é um pessoa tão sensível?
    notem, só quem pode decretar reintegração de posse é a justiça, é claro que atendendo a um pedido da prefeitura, mais que tem a competência de mandar despejar ou não é sim da justiça e não do prefeito ou da prefeitura
    para mim isso é coisa de oportunismo eleitoreiro, não vi uma linha de crítica ao juiz que concedeu a reintegração, mais isso era de se esperar,pois o juiz não estar sentado na cadeira de prefeito, por tanto estar fora do alvo dos famigerados oportunistas.

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