terça-feira, 16 de janeiro de 2018

GARANHUNS PODE IR ALÉM...

Na sua primeira gestão o prefeito Izaías Régis (PTB) pavimentou em torno de 400 ruas da cidade. Transformou completamente o trecho alto da Cohab II, o Magano, a parte da Brasília que vai da faculdade até a Avenida Sátiro Ivo, o João da Mata, o setor da Boa Vista em torno da Igreja dos Mórmons e outros bairros da zona urbana, além de ter feito obras também nos distritos.

Mas não faltou quem criticasse o prefeito “por só fazer calçamento ou asfalto”, bateram muito na qualidade das obras (que foram todas recuperadas depois do período de chuvas) e ontem alguns garanhuenses demonstravam satisfação porque uma emissora de televisão de Caruaru passou uma reportagem com moradores da Suíça Pernambucana reclamando da falta de calçamento nas ruas.

Não dá para fazer tudo de uma vez e quando se faz ainda reclamam. É difícil contentar a população, não que ela não tenha o direito de pedir e de reclamar.

É certo cobrar, apontar erros,  quando existem, mas também deve haver o reconhecimento do trabalho realizado.

E o povo de Garanhuns aprovou massivamente o primeiro governo de Izaías, tanto que o petebista foi reeleito com mais de 44 mil votos (ou 68,57%), contra 15 mil do segundo colocado.

O segundo mandato começou complicado, com bloqueio de recursos e alguns secretários que foram trocados não estão no mesmo nível dos que saíram.

A Saúde e a Educação, setores de fundamental importância para qualquer município, ainda precisam melhorar.

Informações que recebemos esta semana indicam que Eliane Simões já está com o domínio pleno da Secretaria de Educação, que não é fácil de administrar, e que a partir deste ano as coisas devem melhorar.

Quanto à Saúde, é esperar que Nilva Mendes consiga fazer mais do que Harley, Arlindo, Alfredo e Shisneyda, que antecederam a atual secretária.

Temos três anos de governo pela frente e se o prefeito tiver a determinação dos primeiros quatro anos poderá ainda fazer muita coisa, principalmente se a crise política e econômica nacional der uma trégua.

E precisa existir oposição também: uma oposição consequente, realista, comprometida com o município e não com seus empregos e interesses pessoais e corporativos.

Uma oposição que apresente propostas e não fique só de mi-mi-mi. Um grupo capaz de ampliar, de dialogar com a sociedade e que dele surja um nome em que o povo possa acreditar,  que possa fazer mais do que quem está no poder atualmente.

Garanhuns melhorou em muitos setores, nos últimos anos, apesar da difícil conjuntura nacional (e estadual), mas ainda pode ir além, desde que os políticos tenham visão, pensem grande e que todos os setores da sociedade participem de ações por uma cidade melhor.

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