SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO

MAIS DOIS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS SE RECUSAM A FALAR COM JORNALISTAS DA GRANDE IMPRENSA


Por Junior Almeida

Primeiro foi o professor e comentarista internacional Reginaldo Nasser, que se recusou a falar com a Globo News sobre os atentados terroristas de Bruxelas, por achar que a emissora carioca além de não fazer jornalismo sério ainda incita o ódio.  Dessa vez, mais dois professores se negaram a falar com empresas da chamada mídia golpista. O professor Rafael Marquese (foto), da USP, se recusou a falar com a Folha de São Paulo, dizendo que esses fossem procurar Marco Antônio Villa, que segundo ele tinha pilhado seu trabalho e apresentado como se fora dele, pois ele se encaixaria mais na linha editorias da Folha, Veja e O Globo.



Outro que disse não, dessa vez ao portal de notícias da Globo, G1, foi o vice-diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERN, João Feres Junior. Além de ter se negado a falar com o jornalista, o professor revelou em sua rede social o teor da conversa, mostrando que nem todos se intimidam com o poderio da grande mídia familiar.

3 comentários:

  1. O Brasil está à deriva. À revelia dos diplomatas, que não concordariam em participar da armação, o Palácio do Planalto articula com governos da América do Sul, igualmente populistas, a “denúncia” de que “um golpe” estaria em curso, e não uma grande operação da Justiça Federal que investiga, processa e prende políticos corruptos que atuam à sombra do governo desde 2004, no primeiro governo Lula. Foi tudo combinado. A senha foi da própria presidente Dilma, ao declarar que “há um golpe em curso”. Governistas e petistas chamam de “golpe” a atuação da Justiça, que, lastreada em documentos, confissões e delações, prende-os um a um.

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  2. Luiz Inácio Lula da Silva, tudo indica, não vai mesmo conseguir ser ministro no curto tempo que resta a Dilma. Se já estivesse no cargo, teria cometido crime de responsabilidade nesta quarta, conforme define a Lei 1.079. Por quê? Por incitar pessoas de bem da sociedade a atuar contra o livre exercício da Justiça. Ele discursou num evento organizado por sindicatos e se disse “enojado” com o tratamento que recebe da imprensa e de membros da Operação Lava Jato. Incitou claramente os presentes a atuar contra a força-tarefa, acusando-a de ser uma das responsáveis pela crise que o país atravessa. Chega a ser nojento.

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  3. Até parece que ser Professor de universidade no Brasil tem alguma importância... Vejam Marilena Chauí, José Janine Ribeiro, Emir Sader, FHC, professores universitários que não passam de panfleteiros políticos! Esse tipo de gente e m... é a mesma coisa.

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