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quinta-feira, 22 de maio de 2014

INALDO MOSTRA CONTRADIÇÃO NO DISCURSO DO PSB

Insuspeito, pois sempre teve boas ligações com Miguel Arraes e Eduardo Campos, o jornalista Inaldo Sampaio fez uma crítica pertinente ao discurso do PSB neste período de pré-campanha. Segundo o respeitado profissional da imprensa pernambucana, não tem sido das mais inteligentes a tática usada pelos socialistas para atingir o senador Armando Monteiro, taxando-o de representante dos patrões. 

“Ora, o presidenciável Eduardo Campos dedicou a maior parte do seu tempo, até agora, falando exatamente para “patrões”: representantes do comércio, da indústria, dos bancos, do setor de serviços e da agricultura de exportação (agronegócio). Isso para não lembrar que Luiz Inácio Lula da Silva só venceu a eleição de 2002 porque pôs um “patrão” como seu vice: o empresário José Alencar”, escreveu Inaldo em seu blog.

E completou: “Os três candidatos a senador que compuseram a chapa de Miguel Arraes para o Senado eram empresários: José Ermírio de Moraes (1962), Antonio de Arruda Farias (1986) e Armando Monteiro Filho (1994). O PSB precisa inventar outro discurso porque se foi o tempo em que empresário era tido como palavrão no dicionário da política”.

Eu acrescentaria que o próprio Fernando Bezerra Coelho (PSB), pertencente ao poderoso clã de Petrolina, também está mais para patrão do que empregado, o que não o desmerece politicamente de forma nenhuma. 

Se for para se guiar pelo discurso do PSB o eleitor deve votar para o senado em João Paulo (PSB), porque este já foi operário e não em Fernando, que é ligado às classes produtoras.


3 comentários:

  1. Meu caro Roberto,
    Nunca é demais lembrar que o Armando Monteiro foi apoiado em 2010 pelo ex-governador Eduardo Campos, que rasgava elogios, dizendo que o Empresário Armando era um homem de visão futurista, que Pernambuco estaria bem representado no Senado. Ademais, foi-se o tempo em que esse discurso pegava. Ou trabalhamos unidos, empregado e patrão, como fez Lula e Zé Alencar, ou estaremos fadado ao fracasso. Viva a democracia!

    Abraços. Tony Neto

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  2. Brasil cai no ranking de competitividade

    País perdeu três posições no Índice de Competitividade Mundial 2014, ficando em 54º no ranking geral composto por 60 países

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  3. E tudo fica babando com isso imbecil, vai pra China

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