domingo, 22 de janeiro de 2012

REVISTA CULTURA - Andrea Amorim, minisséries e um livro antigo

ANDREA – Esta semana este blog e outros da cidade ofereceram aos seus leitores um vídeo de Andrea Amorim gravado em Nova Iorque. Uma música bonita e uma interpretação muito segura. A artista, que vivia na cidade ralando para garantir a sobrevivência, conseguiu lá fora evoluir muito e pode mesmo chegar a fazer parte do primeiro time das grandes cantoras brasileiras. Ficamos super felizes com o sucesso de Andrea, que também é jornalista.


DERCY DE VERDADE – Dercy Gonçalves ficou marcada como uma comediante desbocada, uma mulher que só sabia dizer palavrões. A artista, no entanto foi muito mais do que isso. Era uma mulher à frente do seu tempo, corajosa, sincera. Ajudou a popularizar o teatro brasileiro, fez história no rádio, na televisão e no cinema. A TV Globo fez justiça à atriz e humorista na minissérie “Dercy de Verdade”, exibida recentemente na emissora, com texto de Maria Adelaide Amaral. Um documento cultural importante que merece ser disponibilizado em DVD para que todo brasileiro possa ver. (Na foto a atriz Heloísa Périssé, que interpretou Dercy).          

O BRADO RETUMBANTE – Enquanto as novelas se perdem em repetições que ninguém agüenta mais, a TV Aberta, pelo menos a Globo, vai conseguindo produzir programas de qualidade como "Dercy de Verdade" e agora “O Brado Retumbante”. A minissérie de Euclydes Marinho, dividida em oito capítulos, discute a realidade brasileira de forma interessante. O deputado Paulo Ventura (Domingos Montagner) chega à presidência da República meio por acaso e resolve fazer a diferença. Trata de moralizar o país e enfrenta resistências. O veterano José Wilker interpreta um ministro e parlamentar corrupto, uma espécie de vilão da trama. Os dois programas globais são uma prova que a televisão pode ter qualidade. Se boa parte da produção é ruim é porque não querem educação e cultura para as massas. A prova é que as minisséries são exibidas sempre tarde da noite.

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES – Único livro da escritora britânica Emily Brontê, “O Morro dos Ventos Uivantes”, se tornou um clássico em todo o mundo ocidental. Lido por gerações e gerações, o romance, de 1847, já recebeu adaptações para o cinema e televisão. Recentemente, voltou a ser badalado por conta da série Crepúsculo. É que os personagens principais da saga de vampiros têm “O Morro” como sua obra literária predileta. Interessante é que o romance, embora bem escrito, numa linguagem clara, não é um “água com açúcar”, fácil de ser lido. O estilo da autora e a época em que foi escrito tornam o livro um tanto árido e complexo.

Um comentário:

  1. Meu primeiro comentário em Blog, pois acho de fundamental importância, teremos na nossa cidade um evento de uma grandeza impar, o Garanhuns Jazz, e na programação não cosnta a filha da Terra Andrea Amorim!! analisem bem, é a Pernambucana que mais leva o nome de garanhuns para o mundo

    Alberto Meira
    albertomeiragus@bol.com.br

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