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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

VISITAS/ÉTICA NA MEDICINA

O contador de visitas deste blog foi instalado ontem (terça-feira), no final da tarde. O blog foi iniciado há dois meses, mas ainda estamos como que em fase experimental. Preferimos fazer a contagem a partir praticamente de hoje, porque não tínhamos como fazer uma estimativa segura dos acessos anteriores. Como em menos de 24 horas recebemos 160 visitantes, significa que o blog está "pegando". Obrigado a quem nos acessa, passa adiante, vem como seguidor, comenta, nos ajuda a fazer um trabalho que Garanhuns bem merece.
FALTA DE ÉTICA NA MEDICINA
Em todos os lugares, pelo menos em termos de Brasil, existem bons profissionais de medicina e outros nem tanto. Em Garanhuns mesmo, só temos de elogiar médicos como Dr. Alcindo Menezes, Dra. Cláudia Cordeiro, Dr. Antônio Filho, Dr. Lincol, Dr. Sérgio, Dr. Antônio Albuquerque, Dra. Rosário, Dr. Bartolomeu Quidute e outros, pois a lista é extensa. Agora, tem uns aí, que não vou dizer o nome, conhecidos pela sua incompetência, grosseria e até charlatanismo. Os maus profissionais, por exemplo, atendem de um jeito na clínica particular, de outro os pacientes com plano de saúde e de um terceiro modo pelo SUS. É como se fosse um "apartheid" onde existem os clientes de primeira, segunda e terceira classe, respectivamente. Hoje o jornalista INALDO SAMPAIO faz um comentário muito bom no seu blog, que merece ser lido. Merece uma reflexão, inclusive dos profissionais da área de saúde. O texto do colega segue abaixo:
"É louvável a atitude do Cremepe e do Sindicato dos Médicos de exercer vigilância sobre as emergências dos hospitais públicos, denunciando a carência de profissionais, a superlotação e as más condições de trabalho dos profissionais da medicina. É uma contribuição que dão ao poder público para que corrija as deficiências dessas unidades, evidentemente dentro de suas possibilidades porque a saúde pública no Brasil deixa muito a desejar por falta de recursos. Saúde custa caro aqui e em qualquer lugar do mundo e os recursos destinados a essa área são inferiores ao que ela necessita. O que essas duas entidades deveriam fazer também era deixar o corporativismo de lado, ou pelo menos exercê-lo com menos intensidade, em relação a médicos irresponsáveis, relapsos, não cumpridores de suas obrigações. São aqueles que “queimam” plantões nos hospitais públicos (porque nos privados eles jamais fariam isso), faltam ao trabalho nos ambulatórios, desmarcam cirurgias em cima da hora, obrigando o paciente a remarcar o procedimento para 30 ou 60 dias depois, etc. E não se vê nenhum censura do Sindicato a esses maus profissionais. Ontem, por exemplo, uma paciente portadora da doença renal crônica veio de São José do Egito (a 400 km da capital) para ser atendida por uma médica do IMIP a fim de obter dela um parecer sobre transplante de rim. A consulta estava marcada havia dias mas ao chegar no Hospital a médica não estava. Encontrava-se dando plantão num hospital privado. O mais grave: foi a terceira viagem perdida que essa paciente deu nos últimos dois meses porque essa médica (em caso de necessidade divulgaremos o seu nome) nunca comparece ao trabalho. Da primeira vez, ela alegou que estava doente e, da segunda, que estava numa cirurgia de emergência. Não se deu sequer ao trabalho de avisar à paciente que não viesse de tão longe (400 km) para uma consulta que não existiria. Essa paciente faz sessão de hemodiálise três vezes por semana e teve que dar três viagens perdidas à capital por conta de uma médica irresponsável. Como ela existem muitos. Mas quantas vezes o Sindicato se manifesta para denunciar esse verdadeiro crime contra os pacientes que dependem do SUS?"

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