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sábado, 22 de agosto de 2009

UMA CIDADE

Garanhuns não é mais uma cidade tão pequena. Embora não possamos comparar a Suíça Pernambucana com o Recife, Salvador, São Paulo ou Nova Iorque, podemos afirmar que a terra das sete colinas já tem diversas "cidadezinhas" dentro dela. O centro é uma coisa, Heliópolis tem suas próprias caracterísiticas e áreas como Cohab I, Manoel Chéu, Brahma, Indiano, Boa Vista e Cohab II têm sua própria identidade.

A Cohab II, oficialmente Conjunto Residencial Francisco Figueira, nome dado em homenagem a um ex-prefeito do município, se junta a loteamentos como o Rosa Mística, Morada do Sol, Manoel Camelo, Luiz Gonzaga I, II e III e forma uma "cidadezinha" maior do que Brejão, Paranatama ou Jupi. Mesmo assim, ao contrário das cidades citadas e qualquer outra do Agreste Meridional, a Cohab não tem ao menos uma pracinha. Tem a Igreja Católica cercada com arame farpado, a pista de acesso cada vez mais esburacada, muito mato e parte das ruas ainda sem calçamento. O saneamento também ainda não chegou a nenhuma casa do conjunto construído em 1982, nem aos loteamentos que surgiram em redor. É uma realidade típica do Nordeste. Se você for a qualquer cidade do interior paulista do porte de Garanhuns descobrirá que todas ruas são asfaltadas (lá calçamento é coisa do passado) e normalmente 100% já estão saneados.
Está se desenhando aí que o prefeito Luiz Carlos irá receber um bom dinheiro para investir em saneamento e infra-estrutura. É uma boa oportunidade de mudar as coisas para melhor. Na Cohab II, no Mundaú, no João da Mata e em muitas outros bairros que precisam de uma maior atenção do poder público.

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