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terça-feira, 28 de julho de 2009

RONDA POLICIAL

Hoje almoçei ao som da Ronda Policial. Não há como não lembrar do Aluízio. Mas enquanto engolia meu feijão, arroz, bife e salada sem sal, era o Ariston Brito que entrevistava um rapaz chamado Marconi. Ele mesmo disse que não tinha vulgo, nenhum apelido. O cara falava com muita tranquilidade e revelava ter matado uma pessoa como quem diz que foi ali, pagar o carnê do Grupo Pérola. Não parecia ter nenhum sentimento, nenhum remorso. Como se matar um homem fosse tão natural quanto comer tomar um suco numa franquia da Amazônia Mix. O pior da história é que o Marconi deixou um irmão sete meses preso, pagando pelo crime que ele cometeu. Achando pouco, ainda dedurou o avô a polícia, que tinha cometido um assassinato há 12 ou 15 anos e que nunca tinha sido descoberto. Ouvir o programa da Rádio Jornal é altamente pedagógico. A gente aprende que existem certos seres humanos que já viraram outra coisa.

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