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sexta-feira, 31 de julho de 2009

AMIGOS

Um exemplo do talento literário de Marília é este texto-poesia, que eu li hoje no seu blog, intitulado Amigos:

Não, ao contrário de Roberto Carlos eu não quero ter um milhão de amigos.
Amizade leva tempo, esforço, como eu ia cuidar de um milhão de pessoas queridas?
Não tenho muitos amigos, dá para encher uma mesa, talvez duas...
Mas como eu tenho amigos! E como aprendo com eles.
Aprendo a andar de bicicleta. Aprendo qual o melhor vinho para cada comida e como
diminuir a ressaca no dia seguinte. Aprendo a hora de falar, e a hora de só ficar lá, em silêncio.
Aprendo que é possível estar lá mesmo quando se está longe. Aprendo que tem horas de se
permanecer séria, de ser chata e até de rezar, mas sei que todo mundo gosta mesmo é quando
faço piada...
Aprendo que quando se é amigo, dar é melhor do que receber. E que pizza só é boa quando se tem alguém pra dividir.
Aprendo que amizade também é na alegria e na tristeza, na saúde e na doença - e que não há risco de divórcio.
Descubro que um abraço ou um sorriso, ou até uma lembrança, valem mais do que grandes
tesouros. E que tem horas que mais que dar um presente, basta estar lá e segurar a mão.
E se a mão está muito longe, a gente manda um e-mail, um scrap, um pensamento, uma oração.
Afinal, o importante é estar lá.

Aprendo que os amigos são um grande tesouro.

Eu só não aprendo a nadar, mas um dia eu chego lá...

Não Roberto, eu não sou rei, não tenho um milhão de amigos, mas os que eu tenho já dão uma boa cantoria.

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