Após forte repercussão negativa nas redes sociais, o dizendo que suas falas foram tiradas de contexto e que defende a proteção social.
É sempre assim. Falam bobagens e depois tentam consertar e termina a emenda saindo pior que o soneto.
O apresentador adota uma atitude típica da direita, principalmente dos bolsonaristas, embora ele não se assuma como tal.
Mas em 2014 apoiou publicamente o golpista Aécio Neves que enfrentou Dilma Rousseff e perdeu.
Na eleição de Lula contra Bolsonaro ficou mais para o extremista da direita do que para o petista.
Huck sempre teve vida boa, seu pai foi jurista e empresário.
Como apresentador de televisão ganhou muito dinheiro e hoje sua fortuna é avaliada em mais de R$ 1 bilhão.
O bolsa família sempre é criticado por quem não entende nada da vida do pobre, pessoas que veem o programa do governo como uma esmola.
Quando foi iniciado, na gestão de Fernando Henrique Cardoso, não era criticado pelas elites.
Com Lula, que ampliou o programa, foi que começou esse preconceito e a rejeição por quem não precisa da assistência dos governos.
O bolsa família não apenas ajuda pessoas extremamente pobres, como funciona como uma espécie de indústria, fazendo o dinheiro circular nas pequenas cidades e na periferia das metrópoles.
Os supermercados de bairro, padarias, farmácias, feirantes, os pequenos comerciantes pequenos em geral também ganham com o programa.
Tem município pequeno do Brasil em que o bolsa família equivale ao FPM.
Mais de que o programa de ajuda aos pobres, o domingão de Luciano Huck na TV precisa de ajustes.
Vende ilusões, premia um, uma vez por semana, num país de mais de 200 milhões de habitantes. Serve como anestésico para as massas.
Não procura conscientizar, não faz nada para mudar a realidade.

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