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sexta-feira, 10 de junho de 2016

A CRISE NO SETOR IMOBILIÁRIO

Por Adelson do Vale

Em meio a muitas discussões o mercado imobiliário local busca soluções para sair da crise econômica e virar o jogo, oferecendo à clientela oportunidades de comprar a casa própria ou financiar a compra de um apartamento. Mesmo que dê muito trabalho aos corretores convencer os interessados a fechar um negócio, seja a vista ou financiado.

E no entanto, as alternativas para fazer o setor imobiliário reagir, a melhor fórmula é não ficar parado e sair em buscas de soluções que possam atrair clientes para comprar imóveis seja na planta ou totalmente pronto para morar. As construtoras e incorporadoras estão oferecendo descontos especiais e ainda melhores condições de pagamentos na tentava de diminuir os estoques. Nas cidades grandes, como São Paulo, foram realizadas há pouco mais de 30 dias feirões de imóveis novos e repasses de outros imóveis que os clientes desistiram da compra.

Num cenário de alta tacha de desemprego, o mercado imobiliário vai ter que esperar um pouco mais pelas medidas que ainda estão sendo tomadas pelo Governo Temer, para que a economia brasileira possa dar sinais de recuperação. Pelo menos o setor da construção cívil não sofreu tanto com a crise e  segue em marcha lenta, enquanto alguns setores da indústria vêm inovando nas linhas de produtos  com novos projetos para atrair seus consumidores, e assim já apresenta um acréscimo importante para o setor de alimentos,  elétricos e eletrônicos, tenham melhorando muito o desempenho de vendas nessa época do ano.

Uma grande aliada do mercado de imóveis ainda é a informação, que chega ao consumidor através da internet e os classificados dos jornais impressos que ajudam nessa difícil tarefa de vender produtos que se espera há muito tempo pelo comprador, o cruzamento da informação junto às corretoras de imóveis tem ajudado muito a encontrar o cliente certo com as necessidades ideais para fechar negócio sem que haja algum risco do comprador vir a desistir depois da compra meses depois.

Para se ter uma ideia da variação nos financiamentos de imóveis, em 2008 o mercado estava aquecido, com a economia brasileira em crescimento. Este setor permaneceu em alta em 2011 até 2013 e até o primeiro semestre de 2015 vindo a sofrer quedas nas vendas imobiliárias em 2010, 2012, 2014 e no segundo semestre de 2015, conforme dados do portal G1 e do Estadão que apontam um mercado com alta tachas de juros financiados a longo prazo fizeram os clientes desistirem da compra da casa própria.


Em Garanhuns o mercado imobiliário não é diferente, as corretoras estão conseguindo alugar imóveis para fins comerciais, e alugar apenas apartamentos, já que a cidade não tem estoque para vender. Conheço uma pessoa que tem um prédio com 12 apartamentos prontos para morar e ainda não conseguiu vender todos, mesmo financiados pela caixa. Falando por telefone o proprietário me disse que o mercado ainda precisa aquecer, tem muita gente querendo comprar, mas estão aguardando novas medidas a serem tomadas pelo Governo.   

Um comentário:

  1. Estava eu vendo preços de imóveis usados em Garanhuns e depois fui ver um site dos Estados Unidos...


    Constatei coisas absurdas como uma casa na periferia de Garanhuns sendo vendida por R$ 600 000,00 ou U$ 160 000,00, enquanto isso uma casa de mesmas dimensões à beira da praia em bairro nobre de Miami é vendida por U$ 80 000, 00 nos Estados Unidos! Será que tem alguma coisa errada nisso?

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